Em Sociedade = Forca o autor irrompe, em uma mescla poética-filosófica, críticas às ações, sentimentos e condições do ente humano – de uma perspectiva intimista – enquanto ser coletivo imerso numa sociedade caótica; traz reflexões sobre a natureza etérea do ser humano e idiossincráticas percepções das artes “supermodernas” que caracterizam a Era Pós-Internet. Uma pequena obra com a modesta pretensão de trazer à luz o despontar de uma florescente poesia pós-contemporânea, e nela incorporando intrigantes críticas à Internet Art.
