Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições0
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas1
    • Leitores121
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    A Empresa Júnior no Brasil e no MUndo - O conceito, o funcionamento, a história e as tendências do movimento EJ

    Franco de Matos

    Martin Claret
    1997
    200 páginas
    6h 40m
    ISBN-10: 8572322264
    Português Brasileiro
    4.7
    3 avaliações
    Leram10Lendo9Querem99Relendo2Abandonos1Resenhas1
    Favoritos2Desejados99Avaliaram3

    Uma obra pioneira que fala sobre o conceito e a ordem de funcionamento de uma Empresa Júnior. Dá dicas de como organizar uma EJ, faz um apanhado do desenvolvimento desta estrutura acadêmica na França, onde surgiu, e nos países onde mais se desenvolveu. Sendo um dele o Brasil. Traz análises comparativas das estruturas organizacionais nos diferentes países e um relato sobre as tendências para a experiência brasileira do movimento EJ.

    Resenhas (1)Ver mais
    Estêvão Reis picture
    Estêvão Reis05/05/2012Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    A Empresa Júnior no Brasil e no Mundo – Franco de Matos

    Encontrar uma empresa júnior em uma universidade atualmente é algo comum. As universidades se atentaram às exigências do mercado de trabalho, que está cobrando cada vez mais e mais nas entrevistas de emprego. Um diferencial que muitos alunos buscam é a oportunidade de estágio em uma EJ, uma vez que esta o prepara para enfrentar dificuldades e encontrar maneiras de solucioná-las. O Movimento de Empresa Júnior surgiu em Paris na década de 1967, por iniciativa de estudantes da ESSEC Business School. Eles buscavam um complemento à sua formação acadêmica através da aplicação prática de conceitos aprendidos em sala de aula. Diante disso, criaram uma associação sem fins lucrativos denominada Junior-Enterprise, que passou a oferecer às empresas pesquisas e estudos executados por estudantes de Marketing e Finanças. Apenas dois anos depois da fundação, estavam organizadas mais de vinte Empresas Juniores em plena atividade na França, que se juntaram e formaram a CNJE (Confédération Nacionale des Junior-Enterprises), que tinha como objetivo promover e representar o movimento no território francês, assegurando a qualidade dos serviços realizados. No início da década de 1980, mais de cem Empresas Juniores faziam parte da CNJE, agora abrangendo outras áreas como arquitetura, engenharia, agronomia e veterinária. Na mesma época, surgem EJs em outros países como Bélgica, Espanha, Holanda, Portugal, Itália, Suíça, Alemanha e Hungria. O movimento chegou ao Brasil em meados de 1987 por iniciativa da Câmara de Comércio Franco-Brasileira, que difundiu junto aos estudantes de administração a ideia de organizar nas faculdades brasileiras o modelo francês. Rapidamente a causa foi abraçada, sendo os estudantes da Fundação Getúlio Vargas os pioneiros em adotar o modelo. Baseado na Junior-Enterprise, nasce a Junior GV, prestando assessoria nas áreas de marketing, recursos humanos e finanças. Através da publicidade, a EJ ganha espaço na mídia, atraindo a atenção de micro e macroempresas e estimulando outras universidades a adotarem o sistema. A partir daí, o movimento aparece na FAAP, Mackenzie, USP e Unicamp. As sete EJs se juntaram e fundaram a FEJESP (Federação de Empresas Juniores do Estado de São Paulo), com objetivos semelhantes aos da CNJE francesa, que garante a unidade do movimento, representando-o no âmbito estadual, reconhecendo como Empresa Júnior apenas associações que tenham objetivos semelhantes e incluindo preço e qualidade dos trabalhos. Estima-se que atualmente existam 1000 Empresas Juniores no território brasileiro, que são regulamentadas pela Brasil Júnior, que é a Confederação Brasileira de Empresas Juniores. Uma Júnior tem basicamente a mesma estrutura de uma empresa sênior, porém, por se tratar de uma associação sem fins lucrativos, vários impostos são abonados, além de muitos custos como aluguel, água, luz e telefone não existirem normalmente, que fica a cargo da universidade em que está inserida. Todo o recurso captado na realização dos projetos é revertido na infraestrutura interna. Em alguns casos, os gestores dividem uma porcentagem dessa captação para os associados envolvidos no projeto. A Empresa Júnior deve buscar oferecer aos associados a oportunidade prática de teste dos conhecimentos adquiridos em sala de aula. Ainda que o movimento esteja presente na maior parte das universidades brasileiras, nota-se o desinteresse por parte de diversos estudantes quanto ao estágio não-remunerado. Porém, o conhecimento adquirido em uma grande firma não será tão completo quanto ao desenvolvido em um ambiente acadêmico. Essas firmas treinarão os seus estagiários para desenvolverem certo tipo de atividade, porém, em uma EJ, o associado tem a possibilidade de desenvolver um projeto desde sua idealização até a concretização. Poder trabalhar com a administração de uma empresa, ainda na faculdade, gera um espírito empreendedor muito valorizado no mercado atual.

    curtir

    Estatísticas

    Avaliações

    4.7 / 3
    • 5 estrelas67%
    • 4 estrelas33%
    • 3 estrelas0%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%