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    Pequenas Epifanias

    Caio Fernando Abreu

    Agir
    2017
    204 páginas
    6h 48m
    ISBN-13: 9788522007127
    Português Brasileiro
    4.3
    11 avaliações
    Leram19Lendo1Querem11Relendo0Abandonos0Resenhas1
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    Epifania é a expressão religiosa empregada para designar uma manifestação divina. Por extensão, é o perceber súbito e imediato de uma realidade essencial, uma espécie de iluminação. As crônicas escritas por Caio Fernando Abreu retêm essa qualidade, levam

    Resenhas (1)Ver mais
    Letícia picture
    Letícia30/11/2020Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Apresentação

    Caio sem sombra de dúvidas é um autor extremamente difícil de se encontrar mas vale totalmente o esforço. Nesse livro ele me conquistou!! Uma reunião de textos com um toque de ironia que nos faz entender o porque esse homem é tão importante para a literatura brasileira ( por sinal QUE HOMEM) Ele se tornou um daqueles autores que eu leria até a lista do supermercado :D Minha indicação pessoal: Leiam o texto " Existe sempre alguma coisa ausente " e " Delírios do puro ódio"

    2 curtidas

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    Avaliações

    4.3 / 11
    • 5 estrelas55%
    • 4 estrelas9%
    • 3 estrelas36%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    Caio Fernando Loureiro de Abreu  profile picture

    Caio Fernando Loureiro de Abreu

    Caio Fernando Loureiro de Abreu nasceu no dia 12 de setembro de 1948, em Santiago, no Rio Grande do Sul. Jovem ainda mudou-se para Porto Alegre onde publicou seus primeiros contos. Cursou Letras na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, depois Artes Dramáticas, mas abandonou ambos para dedicar-se ao trabalho jornalístico no Centro e Sul do país, em revistas como Pop, Nova, Veja e Manchete, foi editor de Leia Livros e colaborou nos jornais Correio do Povo, Zero Hora, O Estado de São Paulo e Folha de São Paulo. <br /><br />No ano de 1968 — em plena ditadura militar — foi perseguido pelo DOPS (Departamento de Ordem Política e Social), tendo se refugiado no sítio da escritora e amiga Hilda Hilst, na periferia de Campinas, São Paulo. <br /><br />Considerado um dos principais contistas do Brasil, sua ficção se desenvolveu acima dos convencionalismos de qualquer ordem, evidenciando uma temática própria, juntamente com uma linguagem fora dos padrões normais. <br /><br />Em 1973, querendo deixar tudo para trás, viajou para a Europa. Primeiro andou pela Espanha, transferiu-se para Estocolmo, depois Amsterdã, Londres — onde escreveu Ovelhas Negras — e Paris. Retornou a Porto Alegre em fins de 1974, sem parecer caber mais na rotina do Brasil dos militares: tinha os cabelos pintados de vermelho, usava brincos imensos nas duas orelhas e se vestia com batas de veludo cobertas de pequenos espelhos. Assim andava calmamente pela Rua da Praia, centro nervoso da capital gaúcha. <br /><br />Em 1983 transferiu-se para o Rio de Janeiro e em 1985 passou a residir novamente em São Paulo. Volta à França em 1994, a convite da Casa dos Escritores Estrangeiros. Lá escreveu Bien Loin de Marienbad. <br /><br />Ao saber-se portador do vírus da AIDS, em setembro de 1994, Caio Fernando Abreu retorna a Porto Alegre, onde volta a viver com seus pais. Põe-se a cuidar de roseiras, encontrando um sentido mais delicado para a vida. Foi internado no Hospital Menino Deus, onde posteriormente veio à falecer.

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    Rio Grande do Sul, Brasil

    Caio Fernando Loureiro de Abreu