From the moment that he first shook up the world in the mid 1950s, Elvis Presley has been one of the most vivid and enduring myths of American culture. Last Train to Memphis: The Rise of Elvis Presley is the first biography to go past that myth and present an Elvis beyond the legend. Based on hundreds of interviews and nearly a decade of research, it traces the evolution not just of the man but of the music and of the culture he left utterly transformed, creating a completely fresh portrait of Elvis and his world. This volume tracks the first twenty-four years of Elvis' life, covering his childhood, the stunning first recordings at Sun Records ("That's All Right," "Mystery Train"), and the early RCA hits ("Heartbreak Hotel," "Hound Dog," "Don't Be Cruel"). These were the years of his improbable self-invention and unprecedented triumphs, when it seemed that everything that Elvis tried succeeded wildly. There was scarcely a cloud in sight through this period until, in 1958, he was drafted into the army and his mother died shortly thereafter. The book closes on that somber and poignant note. Last Train to Memphis takes us deep inside Elvis' life, exploring his lifelong passion for music of every sort (from blues and gospel to Bing Crosby and Mario Lanza), his compelling affection for his family, and his intimate relationships with girlfriends, mentors, band members, professional associates, and friends. It shows us the loneliness, the trustfulness, the voracious appetite for experience, and above all the unshakable, almost mystical faith that Elvis had in himself and his music. Drawing frequently on Elvis' own words and on the recollections of those closest to him, the book offers an emotional, complex portrait of young Elvis Presley with a depth and dimension that for the first time allow his extraordinary accomplishments to ring true. Peter Guralnick has given us a previously unseen world, a rich panoply of people and events that illuminate an achievement, a place, and a time as never revealed before. Written with grace, humor, and affection, Last Train to Memphis has been hailed as the definitive biography of Elvis Presley. It is the first to set aside the myths and focus on Elvis' humanity in a way that has yet to be duplicated.
Last Train to Memphis: The Rise of Elvis Presley -
Peter Guralnick
Edições (1)
Ver maisPeguei o último trem para Memphis, e acabei apaixonada!
Desde que assisti ao seriado “Sun Records”, de 2017, eu fiquei perdidamente apaixonada pelas histórias do Elvis Presley, Johnny Cash e Jerry Lee Lewis. São grandes talentos natos, de três lendas da música que são frutos da Sun Records do visionário Sam Phillips, que ainda tem seu endereço na famosa cidade de Memphis. Eu não era nascida quando Elvis Presley morreu, mas meus pais sempre foram grandes fãs, então, eu cresci amando os filmes e as músicas dessa grande lenda. E agora, ler essa biografia sobre ele, confesso que me fez ficar ainda mais apaixonada. Da infância pobre e das dificuldades de uma vida de constantes mudanças pelos pais não terem dinheiro suficiente nem para pagar o aluguel, até a fama que o levou a comprar uma das mansões mais famosas dos Estados Unidos: Graceland, sua história é como um verdadeiro contos de fadas, porém como muito trabalho e muito suor. Nada veio de graça. Ele trabalhou muito para chegar aonde chegou. Elvis Presley foi um garoto sonhador, que no seu pensamento mais ambicioso, sonhava em ser grande, e principalmente, em cuidar dos pais, e lhes dar uma casa para que não precisassem mais passar pelas dificuldades que passavam. E não é que esse garoto conseguiu o que tanto queria? O mais bonito da história de Elvis era o quanto ele e a mãe tinham essa forte ligação. Apesar de ter uma mãe tão superprotetora, isso não representava algo do qual ele queria fugir. Ao contrário, era o que ele mais amava e respeitava nela. Na verdade, era algo que não incomodava nem mesmo as namoradas que ele teve ao longo do tempo. A mãe do Elvis era uma pessoa tão especial, que seu jeito de tratar as namoradas do filho era algo tão carinhoso, que mesmo após o término, muitas delas não conseguiam ficar longe da Gladys. Confesso que eu mesma fiquei tão afeiçoada a ela, que não pude conter as lágrimas quando chegou o momento da leitura que falava sobre sua morte. Eu queria entrar no livro só para poder consolar o Elvis, e chorar com ele. Ainda bem que Dixie, sua primeira namoradinha apareceu e fez isso por mim! De fato, eu realmente me afeiçoei pela mãe, mas tenho que dizer, agora estou completamente apaixonada pelo filho. Apesar da fama ter lhe rendido uma grande quantidade de garotas, e que muitas vezes ele não era exclusivo a nenhuma delas, mas Elvis era tão gentil, tão respeitoso, conforme todas elas citaram nessa biografia, que é impossível não se apaixonar por um rapaz tão intenso quanto ele. Ele era lindo e adorável! Aliás... será que aguém conhece alguma máquina do tempo para que eu possa voltar naquela época, me mudar para Memphis, e tentar conhecer esse rapaz incrível? Loucura ou não, imagina como deve ter sido impressionante conhecer alguém tão apaixonado pelo que fazia, e tão cheio de energia. “Last Train to Memphis”, de Peter Guralnick, foi publicado em 1994, e é uma obra que acompanha a vida de Elvis Presley do seu nascimento até a morte da sua mãe, quando ele tinha por volta dos 23 anos, e foi servir seu país na Alemanha. Um final muito comovente, já que durante toda a obra temos na Gladys nossa melhor amiga, e que nos fala com tanto amor do seu amado garoto, que não é possível terminar o livro sem sentir o coração partido. Apesar de ter alguns momentos muitos exaustivos citando turnês ou brigas entre a equipe, e de algumas declarações de que Elvis era contra bebidas e drogas, o que sabemos que não era bem assim, a obra de Peter Guralnick é tocante e muito cheia de emoção. E o mais bonito foi vê-lo falar sobre a fé desse rapaz, que todos citavam como sempre muito educado e com boas maneiras. Nossa, e que falta faz um mundo com rapazes com boas maneiras assim como ele foi! Mas de fato, foi muito tocante ler sobre o quanto Elvis dizia que cantar era o seu dom, e que esse era um dom dado por Deus. E que ele tinha que fazê-lo, caso contrário, Deus o tomaria dele (isso é bíblico, e Elvis conhecia bem a Bíblia). Então, era seu dever usar o seu dom da melhor forma possível. Que lindo ver alguém com tanta fé e amor à palavra de Deus assim! E são por esses pequenos detalhes, que termino esse livro perdidamente apaixonada por Elvis Presley, E essa noite, vou dormir ouvindo suas músicas românticas, apenas para pensar em como seria bom poder viver em um mundo tão cheio de romantismo e paixão, quanto era o mundo de Elvis Presley.
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