Aparições? Ora, aparições! Quem acredita nessas tolices? — pergunta a maioria, pronta para uma crítica mais contundente. Até o dia em que, na penumbra, vê, no alto da escada, o vulto de um tio, do sogro ou de um amigo. Justamente daquele a cujos funerais compareceu, compungido. Então, entre assustado e incrédulo, gagueja: — Mas... você... não morreu?





