Entre a fé e a razão (Estudos de filosofia) - Deus, o mundo e o homem na filosofia medieval

    Everson Araujo Nauroski

    Intersaberes
    2017
    214 páginas
    7h 8m
    ISBN-13: 9788559720662
    Português Brasileiro

    Ao estudarmos a filosofia medieval, podemos, além de conhecer os problemas que foram objeto de análise dos pensadores daquela época, perceber que muitas dessas questões também são foco da filosofia moderna e ainda estão presentes na contemporaneidade. Sendo assim, para entendermos a base de conflitos atuais, como a intolerância religiosa, precisamos investigar aspectos como o princípio da fé e da crença em Deus e a relação entre ciência e religião. Para ajudá-lo nessa tarefa, vamos apresentar-lhe as ideias de autores medievais que contribuíram para que pudéssemos compreender a figura de Deus na vida do homem.

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    Doney Corteletti Stinguel04/12/2020Resenhou um livro
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    Lista de Livros: Entre a fé e a razão, de Everson Araujo Nauroski

    “A conduta de Deus, que dispõe todas as coisas com suavidade, é colocar a religião no espírito pela via da razão e no coração por meio da graça. Mas querer colocá-la no espírito e no coração pela força e pelas ameaças contradiz o sentido mais profundo da religião e a leva ao terror.” (Blaise Pascal) * Mais do blog Lista de Livros em: https://listadelivros-doney.blogspot.com/2020/11/entre-fe-e-razao-deus-o-mundo-e-o-homem.html XXXXXXXXXXXXX Parte II: “Em todo o seu esplendor, majestade e beleza que conhece de si mesmo, o primeiro existente experimenta, por essa razão, o maior e o mais profundo prazer. Conhecemos essas qualidades somente por analogia e por uma apreensão ínfima quando experimentamos, por exemplo, a apreensão da beleza e do prazer. Mas nossa experiência é muito pequena perto do esplendor do primeiro existente. Aliás, como poderia haver uma relação de igualdade entre o que é uma parte ínfima e o que é sem limite no tempo ou fora do tempo? Entre o que é tão imperfeito e o que é a extrema perfeição? Ora, aquele que tem prazer por si mesmo se alegra, se ama e se torna apaixonado de si mesmo. Assim, o primeiro existente se ama, se quer e se maravilha de si de uma maneira correspondente à sua grandeza, do modo mais excelente. No existente primeiro, o ato e o objeto de seu amor são o mesmo, o ato de seu maravilhamento é o próprio objeto de sua admiração e o ato e o objeto de seu prazer convergem. Nele coincidem o amor, o amante e o amado.” (Attie Filho) * Mais do blog Lista de Livros em:

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