Primeiramente é um livro de narrativa boa, com tempos aonde o autor pára para nos beneficiar com dados e explicações científicas, geográficas e importantes ao desenrolar da história, sem ser massivo ou entedioso, na verdade, ele torna tudo interessante.
Uma ficção baseada em fatos reais inteligente e bem estruturada.
Ação e aventura temperando todo o enredo.
Um vislumbre do Zaire (antigo Congo) nativo, virgem, exótico e desconhecido.
o que você encontra no livro: Imperialismo, corrida tecnológica em plena Guerra Fria, briga por recursos naturais, busca pelos diamantes azuis, uma expedição perigosa, uma cidade perdida, pigmeus, guerreiros nativos, canibais, animais selvagens, dois cientistas (cada um com seu proósito), uma gorila civilizada, um mercenário experiente e carregadores locais contratados.
A história me levou a repensar o uso dos animais em experiências científicas, em testes de laboratório e os mau tratos sofridos or eles unicamente em nosso benefício.
Amy é uma gorila meiga e inteligente, criada por humanos com carinho e bons tratos, mas vive num laboratório para experiências da Linguagem nos animais. Ela se comunica com a linguagem dos sinais e entende o inglês. ela é a chave de tudo!
Em contraste vemos uma nova espécie de gorilas...
Até que ponto nós nos intrometemos e influenciamos as vidas dos animais?