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    John Barleycorn: Alcoholic Memoirs -

    Jack London

    Oxford University Press, USA
    1998
    290 páginas
    9h 40m
    ISBN-10: 0192837176
    3.9
    22 avaliações
    Leram37Lendo6Querem32Relendo0Abandonos0Resenhas2
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    First published in 1913, John Barleycorn is the first intelligent literary treatise on alcohol in American literature. London offers acute generalizations on Barleycorn together with a close narrative of his own drinking career, which was heroic in scale. It is, however, as an exercise in autobiography that his book principally attracts the modern reader. London's life was tragically short but packed with episode and adventure. In John Barleycorn he records his early hardships in Oakland, his experiences as oyster pirate, deep-sea sealer, hobo, Yukon goldminer, student, drop-out, and - ultimately - best-selling author. Long neglected by London partisans (who wish he had never written it) and used against him by critics who would see him as a self-confessed drunk, John Barleycorn deserves to be celebrated for what it is: a classic of American autobiography.

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    Marcus Vinicius Gasques picture
    Marcus Vinicius Gasques17/05/2015Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    "Mais nojenta do que um purgante"

    Jack London é mais conhecido por Caninos brancos e O apelo da selva, obras que retratam parte das aventuras do autor na Corrida no Ouro, nos extremos gelados da América do Norte. Quem se dá ao trabalho de ler as poucas páginas - por vezes linhas - dedicadas a apresentar o autor nos livros, fica sabendo que London viveu pouco - 40 anos - e intensamente. Memórias alcoólicas é um relato em que fala de um personagem que o acompanha desde os 5 anos de idade, John Barleycorn. O "pé-de-cana", ou álcool. É um livro em tom de confissão, em que o "poder social" das bebidas alcoólicas e dos ambientes e situações em que elas são consumidas são apresentados e comentados por London, que, curiosamente, afirma insistentemente não gostar das bebidas: "O álcool tinha sido para mim ma coisa assás repugnante - mais nojenta do que um purgante. Até hoje não suporto o gosto." Mas "a taverna era o lugar da congregação", onde London fazia amigos, arrumava trabalho, afirmava sua masculinidade, era aceito entre homens feitos, alimentava sua sede de aventura. E era ainda apenas um adolescente, que preferia correr secretamente para o quarto com um livro na mão e os bolsos cheios de "balas de canhão", um puxa-puxa que podia durar uma hora. Ainda criança, poucos anos antes do começo do século 20, Jack London trabalhava em fábricas insalubres, por longas jornadas de até 20 horas e salários minguados. Adolescente, voltou a enfrentar a mesma exploração como carvoeiro em uma empresa de eletricidade, fazendo o trabalho de dois homens por 29 dias seguidos, com um dia de folga por mês. Em muitos momentos, John Barleycorn era uma fuga. A leitura de Memórias alcoólicas chega a cansar em alguns trechos com a repetição insistente desse nome. London se afasta da bebida por longos períodos, diz poder deixar de beber quando deseja, mas volta até uma fase melancólica de sua vida. Termina defendendo apaixonadamente a proibição do álcool, em discussão nos EUA na época. Isso justificou seu apoio ao direito das mulheres ao voto. Autodidata, Jack London era dono de uma disciplina de ferro. Quando se determinou a viver de escrever, produzia religiosamente mil palavras por manhã. Escreveu muito, sobre suas aventuras, suas convicções políticas, prisões, sobre John Barleycorn, sobre o medo da morte. Até o dia em que ela levou a melhor.

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