Fragmentos de poesia toda - (de Wir Caetano)

    não informado

    Fundação Municipal de Cultura
    2017
    16 páginas
    32m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro

    Coleção leve um livro, Setembro/2017: "Fragmentos de poesia toda", de Wir Caetano. _ Wir Caetano nasceu em 1960, em João Monlevade (MG), onde vive atualmente, depois de morar por 20 anos em Belo Horizonte. É jornalista e autor dos livros Paixões e atrofias (poemas, 1982) e Morte porca (prosa de ficção, 2002). Tem parcerias, como letrista, com o músico Babilak Bah e com a banda de rock DaPenha, de BH. _ Terceira temporada da Coleção Leve um Livro. Durante os anos de 2015 e 2016, pusemos nas ruas, gratuitamente, 120 mil exemplares de livros de poesia de 48 autores brasileiros contemporâneos. Em 2017, o projeto continua e convidamos outros 24 autores para publicarem novas microantologias. Como de costume, repaginamos o projeto gráfico da coleção. Os displays continuam em vários pontos de Belo Horizonte, sendo abastecidos, mensalmente, para que todos possam colecionar. Em nosso site é possível fazer o download gratuito de todos os livros dos anos anteriores e, é claro, a cada mês deste ano. Com uma resposta tão positiva dos leitores, que descobrem e redescobrem a poesia viva, a coleção não poderia parar. Boa leitura!

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    @psi.adriana.scarpin picture
    @psi.adriana.scarpin15/12/2017Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Normalmente escolho uma poesia para exemplificar o talento do poeta, desse livrinho tenho que escolher duas porque simplesmente não posso me decidir entre elas: Guimba underground "Freud morreu de câncer do tabaco dos defuntos detonou o próprio ego na piscina dos pés juntos Freud engoliu tabaco só por desejá-lo muito como quem deseja a mãe dos vivos e dos defuntos Freud morreu mamando o tabaco lá no fundo como abraço de um amigo que dá um mamilo junto" Poemaletra "palavra pra canção dizemos “letra” palavra pro papel não se diz “letra”? os pais da poesia estão com treta - se é letra quando é nota, note a letra no branco do papel – é bem mais letra insisto: no papel. até lacan falou: “letra” de freud. disse “letra” sacando o sigmund com a caneta então é letra, pô! esqueça a vã querela entre a escrita e a voz: é letra. e deixe a academia com a beretta."

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