Os anos que seguem à Primeira Guerra Mundial viram surgir ideias, projetos sociais, correntes culturais e movimentos políticos cujas propostas almejavam um novo modo de vida para habitantes das grandes cidades. Fugindo aos padrões da historiografia arquitetônica tradicional, o autor caracteriza a arquitetura “moderna” não somente por suas formas depuradas e pelo uso de técnicas contemporâneas, mas, sobretudo, como tentativa de participar, a nível do espaço construído, no processo de transformação da sociedade. A persistência, até nossos dias, dos problemas que afligiam os profissionais ativos nos anos 20 e 30, que viram suas aspirações truncadas com o eclodir do segundo conflito mundial, enfatiza a atualidade deste livro.
