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    Pretérito Imperfeito -

    Bernardo Kucinski

    Companhia das Letras
    2017
    152 páginas
    5h 4m
    ISBN-13: 9788535930177
    Português Brasileiro
    4.1
    111 avaliações
    Leram155Lendo4Querem143Relendo0Abandonos1Resenhas13
    Favoritos9Desejados143Avaliaram111

    "A adoção de um bebê por um casal que não consegue ter filhos é o fato fundador de Pretérito imperfeito, romance em que B. Kucinski conta a história de uma paternidade que começa intensa e amorosa e termina em destroços. A derrocada tem início na adolescência do menino, marcada pelo envolvimento com maconha, crack e anfetaminas, um processo descrito pelo narrador como uma busca frenética de um paraíso artificial.

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    Resenhas (13)Ver mais
    @rafamedeirosmartins picture
    @rafamedeirosmartins16/12/2017Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    B. Kucinski é daqueles raros que recomendamos a leitura, e quando nos perguntam ?qual livro??, dizemos com tranquilidade: qualquer um. Pena não ter tantos. Portanto, foi com muita alegria que a comunidade recebeu este seu novo livro, que se lê num sopro. E mais um excelente texto. Narra-se a estória sem fim de um pai agoniado com o filho viciado. Algo que poderia soar batido, já demasiadamente explorado...Ledo engano. É um Kucinski, oras. Em rapidíssimas 150 folhas três assuntos se imbricam com maestria: a adoção, o racismo e o vício. Capítulos curtíssimos em estilo seco e duro faz lembrar ?É isto um homem??, de Primo Levi. Quando fui apanhar o autografo do livro, disse a B. Kucinski a maior verdade que sinto sobre ele: ?Senhor Bernardo, escreva mais. Queremos mais.? Uma risada e um muito obrigado, parti feliz da vida.

    12 curtidas

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    Avaliações

    4.1 / 111
    • 5 estrelas27%
    • 4 estrelas44%
    • 3 estrelas26%
    • 2 estrelas3%
    • 1 estrelas0%
    Bernardo Kucinski profile picture

    Bernardo Kucinski

    Bernardo Kucinski (São Paulo, 1937) é um jornalista, escritor e cientista político brasileiro. É colaborador do Partido dos Trabalhadores e professor da Universidade de São Paulo, onde ministra a cátedra de jornalismo internacional, entre outras. Trabalhou como assessor da Presidência da República durante o primeiro mandato de Luís Inácio Lula da Silva. Possui graduação em física pela Universidade de São Paulo (1968). Militante estudantil durante o regime militar, foi preso e exilado. Retornou e entrou para os quadros da USP na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo em 1986. Em 1991, obteve grau de doutor em Ciências da Comunicação pela USP com tese sobre a imprensa alternativa no Brasil entre 1964 e 1980. Ganhou o Prêmio Jabuti de Literatura em 1997. No período de fevereiro de 2003 a junho de 2006 foi Assessor Especial da Secretaria de Comunicação Social (SECOM), da Presidência da República. Aposentou-se como professor titular da Universidade de São Paulo, junto à Escola de Comunicações e Artes – Departamento de Jornalismo e Editoração.[1][2][3] Devido ao regime militar que havia se instalado no país, mudou-se para a Inglaterra após participar do mapeamento da tortura no Brasil, em duas reportagens publicadas na Veja. Em Londres, entre 1971 e 1974, foi produtor e locutor da BBC, correspondente de Opinião e depois da Gazeta Mercantil, dedicando-se ao aprofundamento de sua formação em economia. De volta ao Brasil em 1974, participou da fundação dos jornais alternativos Movimento e Em Tempo (do qual foi o primeiro editor, em 1977). A partir de então, trabalhou como editor de commodities da Gazeta Mercantil e foi correspondente do jornal The Guardian, da revista Euromoney, e do boletim Latin America Political Report, todos periódicos londrinos, e de Lagniappe Letter, newsletter novaiorquina, além de produzir cadernos especiais para a revista Exame. Também participou da revista Ciência Hoje, da SBPC (Sociedade Brasileira Para o Progresso da Ciência).[2][3] Em 1986 entrou para os quadros da USP, como professor da Escola de Comunicações e Artes. Em 1991, apresentou sua tese de doutoramento, Jornalistas Revolucionários – Nos tempos da imprensa alternativa, um estudo mapeando cerca de 150 periódicos surgidos entre 1964 e 1980. Em 1997 ganhou o Prêmio Jabuti de Literatura com o livro Jornalismo Econômico (1996), resultado de sua tese de livre-docência e do pós-doutorado realizado em Londres. As Cartas Ácidas eram pequenos relatórios diários a partir da leitura crítica da mídia e enviadas para o candidato à Presidência da República em 1998, Luiz Inácio Lula da Silva. Em 2002, com a vitória do candidato do PT, se torna assessor especial da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, cargo que deixou em 2006. Sua estreia na ficção, com o livro K. - Relato de uma Busca, possibilitou-lhe chegar como finalista dos prêmios São Paulo de Literatura e Portugal Telecom de 2012.

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    São Paulo, Brasil

    Bernardo Kucinski