Diogenes the Cynic is famed for walking the streets with a lamp in daylight, looking for an honest man. His biting wit and eccentric behavior were legendary, and it was by means of his renowned aphorisms that his moral teachings were transmitted. He scorned the conventions of civilized life, and his ascetic lifestyle and caustic opinions informed the Cynic philosophy and later influenced Stoicism. This unique edition also covers his immediate successors, such as Crates, his wife Hipparchia, and the witty moral preacher Bion. The contrasting teachings of the Cyrenaic school, founded by Aristippos, a pleasure-loving friend of Socrates, complete the volume, together with a selection of apocryphal letters.
Diogenes the Cynic: Sayings and Anecdotes - With Other Popular Moralists
Diogenes, Robin Hard
Edições (1)
Ver maisDiógenes, arquétipo dos cínicos, uma seita filosófica grega que enfatizava a autossuficiência e a rejeição do luxo. Alguns atribuem a ele a origem do modo de vida cínico, mas ele próprio reconhece uma dívida para com Antístenes, por cujos numerosos escritos provavelmente foi influenciado. Foi pelo exemplo pessoal, e não por qualquer sistema coerente de pensamento, que Diógenes transmitiu a filosofia cínica. Seus seguidores se posicionaram como vigilantes da moralidade. Diógenes é objeto de inúmeras histórias apócrifas, uma das quais retrata seu comportamento ao ser vendido como escravo. Ele declarou que seu ofício era governar homens e foi nomeado tutor dos filhos de seu senhor. A tradição atribui a ele a famosa busca por um homem honesto, realizada em plena luz do dia e com uma lanterna acesa. Quase certamente forçado ao exílio de Sinope com seu pai, ele provavelmente já havia adotado sua vida de ascetismo (do grego askesis, treinamento) quando chegou a Atenas. Referido por Aristóteles como uma figura familiar ali, Diógenes começou a praticar um anticonvencionalismo extremo. Ele assumiu como missão desfigurar a moeda, talvez significando colocar moedas falsas fora de circulação. Isto é, ele procurou expor a falsidade da maioria dos padrões e crenças convencionais e chamar os homens de volta a uma vida simples e natural. Para Diógenes, a vida simples significava não apenas o desrespeito pelo luxo, mas também o desrespeito pelas leis e costumes das comunidades organizadas e, portanto, convencionais. A família era vista como uma instituição antinatural a ser substituída por um estado natural em que homens e mulheres seriam promíscuos e as crianças seriam a preocupação comum de todos. Embora o próprio Diógenes vivesse na pobreza, dormisse em edifícios públicos e mendigasse a sua comida, ele não insistia que todos os homens deveriam viver da mesma maneira, mas apenas pretendia mostrar que a felicidade e a independência eram possíveis mesmo em circunstâncias reduzidas. O programa de vida defendido por Diógenes começou com a autossuficiência, ou seja, a capacidade de possuir dentro de si tudo o que é necessário para a felicidade. Um segundo princípio, falta de vergonha, significava o necessário desrespeito pelas convenções que sustentam que ações inofensivas em si mesmas não podem ser realizadas em todas as situações. A estes Diógenes acrescentou a franqueza, um zelo intransigente em expor o vício e a vaidade e incitar os homens à reforma. Finalmente, a excelência moral deve ser obtida por meio de treinamento metódico, ou ascetismo.
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