Mit über 10 Millionen verkauften Exemplaren der Originalausgaben, kommt die prickelnde Kurzformat-Serie „The Arrangement“ jetzt auch nach Deutschland. In einem atemberaubenden Kleid ist Avery zum Treffen mit ihrem ersten Kunden erschienen, aber nichts läuft an diesem Abend wie geplant. Averys erster Kunde ist kein Unbekannter, sondern ausgerechnet der unwiderstehliche Sean Ferro, der Mann, der Avery bis in ihre Träume verfolgt. Doch Sean ist nicht mehr der lässige Motorradfahrer, der mit ihr flirtet, sondern ein Kunde mit besonderen Vorlieben, der ein Callgirl bestellt hat. Kann Avery ihr Herz schützen in dem heißen Spiel um Begierde und Emotionen, das zwischen den beiden entbrennt? Und will sie das überhaupt? Die einzelnen Bände der Arrangement-Serie sind in fortlaufender Handlung im circa 100-seitigen Kurzformat geschrieben. (less)
The Arrangement 2 -
H.M. Ward
Edições (1)
Ver maisTerceira Idade: Empecilho ou graça?
Baseando-se no Sl 37.25, na introdução o autor descreve de forma breve que os idosos são provocados, sofrem preconceito e os mais diversos deboches. A partir de sua experiência pessoal, houve ele frases que se tornam conhecidas e que produzem impacto negativo na vida daqueles que chegam à Terceira Idade. Ele argumenta que a Sagrada Escritura, de Gênesis a Apocalipse, fala a respeito do tema sugerido. A partir de anotações feitas ao longo de sua vida, procura trazer subsídios bíblicos e empíricos a comprovar a riqueza de tal idade. Conforme ele, se Deus ainda o mantém vivo, isto se deve pelo fato de Deus ainda possuir planos para a sua vida, para os dias que lhe restam. A partir disso, ele lança várias perguntas objetivas e simples que trazem de forma plausível a realidade dos idosos, tanto para a sociedade como de maneira subjetiva. Afirma não escrever um artigo acadêmico, mas apenas tratar do assunto como alguém que lê as sagradas escrituras como teólogo. Quanto ao perfil físico da Terceira Idade, pode-se dividi-lo em duas classes: perdas e “ganhos”. As perdas são: a visão, a audição, enfraquecimento ósseo, cabelos, dentes, desejo sexual e da liberdade. Os ganhos não são colocados aqui no sentido de lucro, mas se trata daquilo que o idoso recebe em ocasião da idade como vertigem, cansaço, enfermidades, uma bengala e até a hipotermia. Percebe-se a fragilidade de um idoso quando se vê tais dificuldades, porém, será isto tudo um empecilho a fazer com que os idosos vivam mal? O perfil mental e psicoemocional também se reflete em perda e ganhos. Perda ou diminuição da capacidade mental e ganho da tendência ao pessimismo e ao enfado; sensação de estar a incomodar os outros; ansiedade quanto ao tempo restante de vida; sentimento de solidão, rejeição e desamparo; aposentadoria; valorização do passado; sensação de inutilidade e incapacidade e a tristeza e decepção com filhos desencaminhados. Ao ver esta lista, presume-se que é resultado de uma vida intensa que agora começa a não ser mais tão intensa que resulta nestes princípios. Com tantos paradigmas criados pela sociedade, o autor propõe vários argumentos bíblicos sólidos que demonstram o fato de a velhice poder sim ser um tempo bem aproveitado e, não de outra maneira, bem vivido. A Bíblia fala tanto de aspectos positivos quanto de negativos na velhice. O autor destaca que nem todos os idosos ficam cegos (exemplo de Zacarias em Lc 1.67-79), nem todos se tornam incapazes ao trabalho (Calebe, Js 14.10-11), nem todos perdem totalmente o vigor sexual (Abraão, Gn 21.5), nem todos perdem a capacidade de discernimento (Eli, 1 Sm 2.22 e 3.8-9), nem todos os idosos ficam desamparados e solitários (Davi, Sl 37.25), nem todo idoso sofre o pressentimento da morte (Paulo, 2 Tm 4.6-7 e Fp 1.20-23), nem todo idoso sofre uma aposentadoria (Jó, Jó 2.28), aliás, a aposentadoria nunca é algo à vida, mas da atividade profissional, nem todo idoso se decepciona com seus filhos (Davi, 1 Cr 28.11-21 e 29.26-28) e nem todo idoso morre na miséria (Davi, 37.25 e 1 Cr 29.28). É interessante como o autor faz uso dos salmos e de muitos textos de Davi. Os salmos em si contêm muito a fortalecer os idosos por que são orações/hinos que pessoas entoaram a Deus, inclusive na velhice. O autor também destaca a Terceira Idade como tempo da felicidade, pois o idoso não apenas pode, mas deve ser e viver feliz. Não se deve ter medo da terceira idade, ela é apenas uma nova fase a ser vivida com intensidade. Se o próprio idoso não aceitar sua idade, quem mais a aceitará? Nisto se refere ao título “e daí?”, pois a velhice não é um monstro, mas é uma fase de maturidade, crescimento e formulação de verdadeiros valores. Nisto, o autor crê na velhice como bênção, pois Deus conserva seu idoso para ainda usá-lo no reino. Se não fosse assim, Deus não haveria então prometido longos dias sobre a terra aqueles que honrarem pai e mão (Ex 20.12). Recomenda-se ao idoso que este não crie/tenha a auto piedade de si, pois isto faz com que se destrua de forma a não ver em si mesmo o que há de bom. Ele fala de não entrar na fila daqueles que estão à espera do dia da morte. Isto causa depressão e tira os verdadeiros valores da vida, não importando a faixa etária. Assim, o idoso deve sempre ler de forma a exercitar a mente e também nunca deixar de ouvir músicas, pois as mesmas penetram no mais profundo do ser humano. O idoso também deve exercitar o perdão e se preparar para morrer no sentido de colocar a vida em ordem antes de tal fato. Ele afirma também que Deus acompanha o ser humano em sua velhice (Is 26.1 e 3-4), que o idoso não deve colocar a Deus o seu limite de idade, e que se a velhice for mesmo difícil, deve-se olhar para a prometida eternidade. Nisto apenas se critica um dado: o idoso também deveria olhar para cruz, para o Jesus que sofre suas dores e as carrega e não apenas para o gozo da vida eterna embora isto também seja importante. Merece destaque a questão do relacionamento entre diferentes faixas etárias. Esta também pode ser dividida em dois grupos: o que os jovens devem fazer e o que os idosos devem fazer. Os jovens devem: agradecer a Deus pela experiência que tem o idoso, pois ele já andou por veredas que os jovens ainda terão de andar; demonstrar amor aos idosos; trata-los com respeito; ter paciência; ouvir o que o idoso deseja falar ainda que aquilo pareça “careta” ou antigo; valorizar a capacidade de trabalho do idoso; cuidar do idoso em sua física e se preparar para esta idade. Quanto ao que os idosos devem fazer, faz-se simplesmente uma troca de sujeito: do jovem para o idoso. A Igreja não deve separar ou descartar os idosos, mas eles merecem seu lugar na comunidade. A Igreja é o corpo de Cristo, este é feito de pessoas, portanto os idosos também são Igreja. Afirma-se que tanto no AT como no NT os idosos possuíam importância, pois eram chefes, sábios e até conselheiros. Neste sentido, o autor propõe que o idoso receba assistência constante da comunidade tendo programações específicas a ele. Ao final se coloca uma oração que o idoso, ao ler o livro, poderia fazer. Particularmente se pensa que não só idoso, mas outras faixas etárias também podem se colocar no lugar do sujeito e fazer esta oração como preparo à Terceira Idade. No apêndice de Cleds Bussinguer Lenz César são dadas dicas práticas para os idosos que podem também serem exercitadas pelos não idosos. Fala-se de uma alimentação correta que inclusive previne o envelhecimento, exercícios físicos conforme a capacidade individual e a ocupação da mente com algo produtivo. A partir da leitura, destaca-se o livro como pertinente aos idosos e às outras faixas etárias. Os idosos precisam de cuidado, a pergunta é se as comunidades cristãs tem tido este cuidado. Tem-se falado mal da velhice ou a incentivado como bênção? Tanto os idosos quanto os obreiros devem fazer uso de tal literatura a fim de ter embasamento teórico e prático para atender as necessidades desta faixa etária. Uma pequena crítica feita aqui também reside no fato de o autor parecer “reduzir’ a Teologia frente as outras disciplinas humanas citadas no início do livro. A Teologia tem seu grau de importância tanto quanto as outras, pois ela colabora com as outras e as outras colaboram com ela. No mais, percebe-se uma boa literatura que é resultado de alguém que viveu o que escreveu a fim de que aquele que ler viva o que leu.
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