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    Pura Anarquia -

    Woody Allen

    L&PM Editores
    2018
    192 páginas
    6h 24m
    ISBN-13: 9788525436993
    Português Brasileiro
    3.8
    23 avaliações
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    Pouquíssimos humoristas conseguem, como Woody Allen, transitar tão genialmente e com tanta desenvoltura em enredos absurdos e cheios de nonsense e, ainda assim, manter contato com a realidade. É o que se vê nas dezoito histórias curtas que formam este volume, publicado originalmente em 2007 (lançado no Brasil no mesmo ano com o título Fora de órbita). Reunindo dez histórias publicadas na revista New Yorker e oito textos inéditos, este é o primeiro volume de ficção em prosa escrito pelo cineasta, ator e humorista em vinte e cinco anos, depois dos clássicos Cuca fundida, Sem plumas e Que loucura!, publicados nas décadas de 70 e início dos 80, na mesma época de sucessos como Noivo neurótico, noiva nervosa e Manhattan.Temos aqui Woody Allen no auge do seu poder satírico, cutucando as idiossincrasias peculiares das relações humanas, borrando ficção e realidade (como quando coloca Mickey Mouse para depor como testemunha em "Uma surpresa abala o julgamento de Disney"), ironizando o universo das ciências exatas (como em "Fora de órbita") e muito mais. Estão aqui presentes elementos recorrentes do pensamento (ou seria melhor dizer da "neurose"?) do autor - produtores cinematográficos tresloucados a autoridades nazistas, passando por referências a tragédias gregas, à orelha de Van Gogh, ao Big Bang e pelos autores clássicos da literatura russa. Nunca ninguém mesclou de forma tão hilária cultura erudita e cultura popular, para deleite do leitor.Só assim é possível encontrar uma rede de gourmands que procuram trufas como quem busca o cálice sagrado; uma loja que vende paletós antidepressivos; a história de um livro de dietas escrito por Nietzsche (autor também do Além do bem e do mal passado e Vontade de poder encher a pança); pedreiros e empreiteiros que se revelam assaltantes de um casal que reforma a casa.Estabelecendo novas fronteiras para o absurdo, Woody Allen - este Kafka do humor - nos presenteia com o melhor do nonsense. Só que num livro cheio de significado.

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    Biblioteca Pública Municipal Álvaro Guerra18/02/2020Resenhou um livro
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    Ator, diretor e escritor, Allen apresenta uma coletânea de crônicas que, segundo o autor, responde às questões mais profundas da existência humana e também tem o tamanho certo para calçar uma mesa. Dono de uma magnífica carreira, o autor escreve com freqüência para a revista The New Yorker. Empreste esse livro na biblioteca pública. Livro disponível para empréstimo nas Bibliotecas Municipais de São Paulo. Basta reservar! De graça!

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    Allan Stewart Königsberg profile picture

    Allan Stewart Königsberg

    Woody Allen, nome artístico de Allan Stewart Königsberg, (Nova Iorque, 1 de dezembro de 1935) é um cineasta, roteirista, escritor, ator e músico norte-americano. Allen trabalhou como um escritor de comédia na década de 1950, escrevendo piadas e roteiros para televisão e publicação de vários livros de peças curtas de humor. No início de 1960, Allen começou a atuar como comediante de stand-up, enfatizando monólogos ao invés de piadas tradicionais. Em seus filmes,ele desenvolveu a personalidade de um intelectual, neurótico, nebbish, inquieto e inseguro, que ele insiste que é bem diferente de sua personalidade na vida real. Em 2004, o Comedy Central classificou Allen em quarto lugar em uma lista de 100 maiores comediantes de stand up, enquanto uma pesquisa no Reino Unido classificou Allen como o terceiro maior comediante. Em meados da década de 1960, Allen estava escrevendo e dirigindo filmes, o primeiro especializado em comédias pastelão antes de passar para o material dramático influenciado pelo cinema de arte europeu durante os anos 1970. É frequentemente identificado como parte da onda New Hollywood de cineastas de meados dos anos 1960 para final dos anos 70. Allen muitas vezes protagonizou seus filmes, geralmente na personagem que ele desenvolveu como um standup. Dos seus mais de 40 filmes, alguns dos mais conhecidos são Annie Hall (1977), Manhattan (1979), A Rosa Púrpura do Cairo (1985), Hannah e Suas Irmãs (1986), Bullets Over Broadway (1994), Match Point (2005), Vicky Cristina Barcelona (2008), Meia-noite em Paris (2011) e Blue Jasmine (2013). O crítico de cinema Roger Ebert descreveu Allen como "Um tesouro do cinema". Allen foi indicado 23 vezes e ganhou quatro Oscars: três de Melhor Roteiro Original e um de Melhor Diretor (Annie Hall). Ele tem mais indicações ao Oscar de roteiro do que qualquer outro roteirista: são dezesseis indicações. Ele ganhou nove BAFTA. Allen apresenta-se regularmente como um clarinetista de jazz em locais pequenos em Manhattan.

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    Nova Iorque, Estados Unidos

    Allan Stewart Königsberg