Um velho músico e uma garçonete se encontram todas as tardes em um café. Apaixonam-se e tencionam revelar o que sentem um ao outro, externar suas mais intensas emoções. No entanto, um abismo de silêncio se impõe entre ambos, provando o velho adágio de que ter demais a dizer pode ser tão emudecedor quanto não ter nada. Em meio a reflexões íntimas, lembranças de passados tão distintos e encontros diários, nos quais as expressões estão nos olhares, no que não é dito e na sempre iminente revelação de tão profundos sentimentos, toma-se café e coragem para dizer o que é preciso.
