“Em meu jardim rosas vermelhas são chamadas de poesia, uma rosa branca aqui chama-se melancolia.” Um pouco disso, um pouco daquilo, a maluquice extrema, a fantasia irrealizável, a tristeza irredutível, que aos poucos se transforma em sono, costume, transtorno, ou até mesmo a canção mais bela já ouvida, a melancolia, o tremor de alcançar um desejo, transbordando amor, ódio, medo, tudo ao mesmo tempo, o calafrio temporário seguido da alegria, da utopia, a ferida exposta, o leve toque de algumas expectativas, o resumo de mil dores, mil sabores, prioridades, quimera, imaginação.
