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    Os beneditinos -

    José Trajano

    Alfaguara
    2018
    152 páginas
    5h 4m
    ISBN-13: 9788556520579
    Português Brasileiro
    3.9
    60 avaliações
    Leram74Lendo0Querem37Relendo0Abandonos0Resenhas4
    Favoritos4Desejados37Avaliaram60

    Bem-humorado e melancólico, Os beneditinos é um livro que mergulha de forma tocante nas memórias de um Rio de Janeiro romântico, com as glórias do passado e as perdas do presente. O narrador desta deliciosa trama não está em seus melhores dias. Perdeu o emprego de jornalista, vive só, no bairro da Mooca, e tem de cuidar da saúde, que não anda boa. A vida lhe reserva poucos momentos de felicidade: assistir às partidas do Juventus, o Moleque Travesso, que o faz se lembrar do América, seu time do coração. Tomar ocasionalmente uma cerveja com petiscos. E se dedicar às suas partidas de futebol de botão contra veteranos do bairro. Suas perspectivas mudam, no entanto, ao folhear uma revista na sala de espera de seu dentista e encontrar a manchete: "Será em Londres o 1º Mundial de walking futebol". Futebol andando? Com a ajuda de seu filho, ele descobre mais sobre essa categoria, reservada aos que já passaram da flor da idade, em que não se pode, em momento nenhum da partida, tirar os dois pés do chão. É a chance que procurava para reunir seu antigo time do Colégio São Bento, no Rio de Janeiro, e colocar os esportistas aposentados para treinar. Desta vez, os beneditinos irão à desforra das derrotas sofridas para o Santo Inácio, tantas décadas atrás.

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    Resenhas (4)Ver mais
    Beta Oliveira picture
    Beta Oliveira16/05/2018Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    O narrador desfia as lembranças do tempo que estudou no Colégio São Bento, os laços e amizades formados, especialmente em torno dos integrantes do São Bento Futebol Clube. E diante da possibilidade de um torneio de futebol para veteranos, decide entrar em contato com a velha turma para incentivá-los a participar e quem sabe tirar o espinho – os rivais do time do Santo Inácio – da garganta. Entre memórias e reencontros, um relato sobre a vida com a melancolia, a nostalgia e o romantismo a que têm direito... Não sei quanto a vocês, mas eu tive que ler e adorei! O texto completo está no Literatura de Mulherzinha.

    2 curtidas

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    3.9 / 60
    • 5 estrelas18%
    • 4 estrelas40%
    • 3 estrelas37%
    • 2 estrelas5%
    • 1 estrelas0%
    José Trajano Reis Quinhões  profile picture

    José Trajano Reis Quinhões

    José Trajano Reis Quinhões (Rio de Janeiro, 21 de outubro de 1946) é um jornalista brasileiro. Foi diretor e fundador da emissora ESPN Brasil e ainda é microempresário em comunicação, fazendo conteúdos exclusivos em seu site e redes sociais sob o nome "Ultrajano". Filho de Trajano e Nilza, o pai um professor de história e geografia, a mãe uma dona de casa que ainda encontrava tempo para ministrar aulas de artes aplicadas, viveu uma infância bem no estilo campestre, em uma fazenda da família em Rio das Flores, no interior do Rio de Janeiro. Estudou no tradicional Colégio de São Bento. Seu primeiro emprego foi ainda na adolescência, em 1963, no então Jornal do Brasil, chegando a ter seu primeiro cargo de comando em 1972 no Jornal dos Sports. Viveu boa parte de sua vida no bairro da Tijuca, na praça Afonso Pena, próximo a sede social de seu clube de coração, o America. O antigo campo do time em Vila Isabel também era frequentado por Trajano. Começou sua carreira no Jornal do Brasil, em 1963, e desde então passou por diversos veículos do país. Foi comentarista do telejornal esportivo Cartão Verde, na TV Cultura. É comentarista de futebol sendo um dos criadores da ESPN Brasil. Foi diretor desta, de 1995 até 2012, quando sucedido por João Palomino. Até seu desligamento da emissora participava dos programas Linha de Passe e Bate-Bola, sendo nome de destaque no primeiro, do qual foi o criador em 1998. Participou do extinto Pontapé Inicial da emissora, além de ter sido comentarista da Rádio Capital ESPN, desde a parceria firmada com a emissora de televisão. É consultor para o projeto Memória do Esporte Olímpico Brasileiro, participante desde sua concepção, em 2011, fruto de muitas parcerias e disseminação inclusive pelo projeto de discussão Cultura do Corpo do Instituto Goethe. Foi um dos criadores do programa oficial Caravana do Esporte. No dia 30 de setembro de 2016, seu contrato foi rescindido pela ESPN Brasil, depois de 21 anos de relação com a emissora.Dentre outros possíveis motivos do desgaste entre o profissional e a cúpula da ESPN estariam o episódio em que Trajano expõe indignação com a presença de Danilo Gentili em uma das atrações da emissora e que mais recentemente implicou na formalização de uma representação judicial contra Trajano. Em outubro de 2016, mantinha-se escalado como mediador em evento esportivo de debates ao vivo do Serviço Social do Comércio, cujo nome é Esporte em Jogo e prevê uma série de 8 encontros com especialistas nas diferentes áreas e modalidades desportivas. Duas destas datas já ocorridas desde agosto. Em novembro de 2016, Trajano foi contratado pelo Canal Brasil, onde vai apresentar o talk-show "José Carioca".Em setembro de 2017,foi anunciado como novo contratado da TVT onde vai apresentar o programa diário "Papo com Zé Trajano" Em dezembro de 2016, Trajano deu início às atividades de seu canal no YouTube, o canal Ultrajano. No canal, o âncora apresenta o programa Na Sala do Zé, transmitido de sua sala de estar. O primeiro programa foi ao ar no dia 8 de dezembro de 2016, com presença de Eduardo Gudin e do professor Pasquale Cipro Neto. Em 2017, as atividades de produção de conteúdo próprio foram estendidas para o Facebook, Twitter e um site próprio, criando seu próprio sistema de difusão. José Trajano explicitou suas preferências partidárias e passou a defender o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a pedir sua volta ao Palácio do Planalto em 2018. É torcedor assumido do America, do Rio de Janeiro e do Arsenal da Inglaterra. Após a saída da emissora que ajudou a criar e no calor do momento político, aderiu à campanha pelo 2°. turno do candidato à prefeitura da Rio de Janeiro, Marcelo Freixo, para o qual presta apoio voluntário, sem ser filiado ao PSOL, porém, com o ativismo e presença que lhe é peculiar. Em meados de 2016, em entrevista ao sitio Brasil 247, afirmou ser darcysista e brizolista, embora afirmou na entrevista ter apoiado o PT algumas vezes, votado no partido, mas diz nunca ter sido petista. Cultivava amizade íntima com o falecido craque Sócrates, com quem chegou a dividir casa e barris de chope.

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    Rio de Janeiro, Brasil

    José Trajano Reis Quinhões