# Bitcoin - A maior febre da história do dinheiro # O alerta vermelho da Febre Amarela # As mulheres que caçavam nazistas # Como hackear um cassino E muito mais!
Superinteressante Nº 384 (Janeiro de 2018) - Bitcoin
não informado
Li com maior atenção a reportagem sobre a Febre Amarela, o assunto do momento, que deveria ser a capa da edição. Não é para menos, pois nas breves considerações percebemos a gravidade (sem cura) e ressurgimento alarmante. Algo potencializado pelo crescimento demográfico, baixa cobertura vacinal (afinal, os últimos registros de casos tinham sido há mais de 70 anos), impactos ambientais no habitat silvestre e cenário de proliferação dos mosquitos. Achei curiosa e importante também a informação de que o medo desencadeado pode favorecer o alastramento da doença. Isso se explica na eliminação intencional de macacos e na compreensão inadequada da vacina. No caso da eliminação dos macacos, o ato acaba se revertendo de maneira nociva. Eles alertam a saúde pública quando são diagnosticadas mortes não naturais, levando a campanhas de intensificação da profilaxia e vacinação da população na área. Sem esse sinal de alerta, não dá para identificar de maneira precoce as regiões que precisam de maiores cuidados e assim a transmissão vai se fortalecendo, até aparecerem os primeiros casos. E quanto à vacinação, o pânico leva a atitudes desinformadas, pois a vacina tem algumas contraindicações. Na falta desse cuidado, acabam surgindo reações alérgicas que geram desconfianças para alguns, tornando-se em rejeição à vacina, favorecendo a suscetibilidade a doença (quando não há contraindicação). A outra reportagem legal é sobre mulheres que atuaram de diversas formas heroicas contra o nazismo na Segunda Guerra. Em outra revista tinha lido sobre Aracy Moebius Guimarães Rosa (brasileira que facilitou o visto para entrada de judeus no país, quando havia proibição governamental do governo Vargas). Agora o nome de mais algumas mulheres com a mesma disposição heroica. Algumas atuaram como espiãs, ou no comando de importantes ações e teve ainda atiradoras de elite. Entre elas: - Andree Jongh (belga decisiva na retirada de soldados belgas para a Espanha, quando Hitler invadiu seu país em 1940) - Virginia Hall (americana que colaborou na Europa na fuga de prisioneiros) - Nancy Wake (participou de batalhas e ajudou na retirada de prisioneiros) - Hannie Schaft (espiã, colaborou com informações e acabou fuzilada, não entregando parceiros mesmo sob tortura) - Lyudmila Paclechenko (ucraniana e atiradora de elite lendária). Uma informação final. Não sei para que vai me servir mais vou deixar o registro de que o município de Altamira (no Pará) foi referenciado como o maior do Brasil e o terceiro maior do mundo.
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