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    Mestiça -

    Gilda de Abreu

    Editora Minerva
    1966
    253 páginas
    8h 26m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    4.6
    30 avaliações
    Leram51Lendo7Querem91Relendo4Abandonos1Resenhas2
    Favoritos15Desejados91Avaliaram30

    Mestiça, com seus longos cabelos negros e olhos brilhantes, é a formosa e indomável escrava da Fazenda das Flores. Sua graça felina é a própria encarnação da natureza em toda sua exuberância selvática e pural. A história conta a vida do filho de um grande fazendeiro, Senhor de Engenho, Luiz, passando-se por feitor em uma das fazendas do pai, para provar sua capacidade de administrar o império. Lá, encontra Mestiça, uma escrava de pele cor de bronze, olhos negros e temperamento felino, que lhe arrebata o coração. Um romance brasileiro de Gilda de Abreu.

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    Dálkia Andréia Vilas Boas16/02/2010Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Mestiça, com seus longos cabelos negros e olhos brilhantes, é a formosa e indomável escrava da Fazenda das Flores. Sua graça felina é a própria encarnação da natureza em toda sua exuberância selvática e pural. A história conta a vida do filho de um grande fazendeiro, Senhor de Engenho, Luiz, passando-se por feitor em uma das fazendas do pai, para provar sua capacidade de administrar o império. Lá, encontra Mestiça, uma escrava de pele cor de bronze, olhos negros e temperamento felino, que lhe arrebata o coração.

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    Gilda de Abreu

    Filha de um diplomata brasileiro e de uma cantora lírica, começou como atriz de teatro em 1933, passando ao cinema no papel principal da comédia romântica "Bonequinha de Seda", produzida por Ademar Gonzaga, em 1936. Foi uma das primeiras mulheres a dirigir filmes no Brasil, fazendo estrondoso sucesso com o melodrama "O Ébrio" de 1946, sobre a ascensão e decadência de um cantor em virtude de uma decepção amorosa e do alcoolismo. O papel principal foi de seu marido, o cantor e compositor Vicente Celestino, com quem se casou em 1933. Dirigiu também os dramas "Pinguinho de Gente", uma história ingênua e simplória, em 1947, "Coração Materno", onde também atuou como atriz e roteirista, em 1951, ao lado de Vicente Celestino, e "Chico Viola não Morreu", documentário sobre a vida e as canções de Francisco Alves. Foi cantora lírica e de operetas, autora de radionovelas, das peças teatrais "Aleluia", "A Mestiça", "Arca de Noé" e "Alma de Palhaço" e de vários livros, dois deles sobre o marido, que morreu em 1968. Quando ela morreu estava casada com José Spinto.

    6 Livros
    3 Seguidores

    Gilda de Abreu