Educação de jovens e adultos trabalhadores
Educação é algo que envolve muita subjetividade. Portanto, não espere um manual do que fazer na Educação de Jovens e Adultos, por exemplo. Neste livro, Arroyo retorna a algo que deveria ser básico em uma perspectiva freiriana, mas que por alguma razão - padronização curricular - se perdeu: colocar a identidade dos educandos (e também dos educadores) em perspectiva. No caso da EJA, ter a consciência da identidade trabalhadora dos sujeitos, carregados de memórias, experiências e vivências. Alguns elementos devem ser considerados, como a produção desses trabalhadores, suas bagagens culturais - e aqui ressalte-se, nada de visão elitista sobre o que é cultura -, e até mesmo seus corpos. Livro muito bom para amadurecer ideias e temas de estudo na área da educação, sobretudo na Educação de Jovens e Adultos.
