"Mas de uma coisa eu tive certeza: aquele "lápis cor de pele" estava errado. Errado demais!"
O que gostei desse livro é o fato de eu sempre ter pensado nesse assunto. Como normalizados uma cor como se fosse igual a todos, não é? Como que a cor do pêssego virou da pele, da idealização, preconceito. Sempre ressalto aos meus alunos a usarem a nomenclatira "Peach" justamente por sermos sempre diferentes. Eu, hoje, sou como a professora Roberta, que ficou orgulhosa de quando a Ana conta o que aprendera em casa sobre as diferenças, o respeito e admiração destes. Como diz no livro, "Claro, se cada um é diferente, por que tem gente que insiste em ser igual?" as diferenças existem, sempre existiram, e devemos respeitar todas elas. E no meu dia a dia foi como no livro: "Depois de tudo isso, o "lápis cor de pele" não teve mais lugar em nossa sala. Agora, cada qual com sua identidade, cor e beleza, numa mistura de tons e de gente. Gente tão igual quanto diferente!".
