Continuação de As Regras da Sedução
Vamos conhecer a estória de Rose, irmã de Ben e Tim, dois jovens que levaram a família a completa ruína financeira ao engendrarem diversos golpes financeiros através do banco que eram sócios. Ambos fogem, mas Ben morre e Tim é intensamente procurado por credores ávidos por vingança. Um deles é Norbury, um inescrupuloso (asqueroso) Lord que se torna amante de Rose para depois leiloá-la em uma festa entre seus amigos. Rose, entretanto, é resgatada por Kyle, um jovem engenheiro de origem humilde e de grande caráter, que mesmo vencendo o leilão, a devolve a sua família. É uma estória linda, e confesso que fiquei na dúvida se iria gostar de Rose, porque desde o livro anterior, ela se mostrou extremamente orgulhosa e arrogante, e olha que mesmo no fundo do poço, manteve ao longo da estória uma ar de superioridade irritante frente às origens de Kyle, além de acreditar continuamente em Tim, o irmão crápula, mas depois ela faz por merecer o amor de Kyle. Eu realmente adoro romances históricos, mas não posso deixar de afirmar que sempre me irrita era petulância da aristocracia inglesa e essa obsessão com as origens de sangue e nesse livro, isso fica bem evidenciado. Mas no geral, a autora soube mesclar romance e redenção de uma maneira muito envolvente. Pontos extras para as aparições precisas do Marquês de Easterbrook e de Lord Hayden (protagonista do primeiro livro) em momentos cruciais da estória. Leitura imperdível.


