
Bernard-Henri Lévy (1948) é filósofo, escritor, jornalista, editor, romancista, ensaísta, empresário, ator e cineasta francês. Nascido na Argélia, mudou-se ainda criança para a França e formou-se em filosofia na École Normale Supérieure, onde também foi professor. Em 1984, ganhou o Prêmio Médicis pelo romance O diabo na cabeça (Rocco, 1987). Publicou, entre outros, La Barbarie à visage humain (1977) e Le Testament de Dieu (1979). Seus filmes mais recentes são Peshmerga (2016) e A batalha de Mossul (2017), documentários sobre a luta dos combatentes curdos contra o Estado Islâmico, no Iraque. Autor de Vertigem Americana (2006) e colunista do The Huffington Post. Conhecido na França como BHL e se tornou reconhecido como um filósofo político e crítico social. Formado em Filosofia na Escola Normal Superior francesa, foi correspondente para o jornal parisiense Combat, trabalhando em Bangladesh durante a guerra de libertação contra o Paquistão. Autor de Barbárie de Rosto Humano e de Inimigos Públicos, com Michel Houellebeque, BHL é epistemólogo de formação e entrou na filosofia pela porta da história das ciências. Próximo de Michel Foucault, aluno de Georges Canguilhem e autor de um estudo de mestrado, há meio-século, consagrado à história da medicina, está por isso mais bem posicionado do que muitos outros para refletir sobre a crise aberta pela aparição do coronavírus.