Borne -

    Jeff VanderMeer

    MCD
    2018
    368 páginas
    12h 16m
    ISBN-13: 9780374537654

    Named one of the best books of 2017 by The Los Angeles Times, The Boston Globe, PopSugar, Financial Times, Chicago Review of Books, Huffington Post, San Francisco Chronicle, Thrillist, Book Riot, National Post (Canada), Kirkus and Publishers Weekly “Am I a person?” Borne asked me. “Yes, you are a person,” I told him. “But like a person, you can be a weapon, too.” In Borne, a young woman named Rachel survives as a scavenger in a ruined city half destroyed by drought and conflict. The city is dangerous, littered with discarded experiments from the Company―a biotech firm now derelict―and punished by the unpredictable predations of a giant bear. Rachel ekes out an existence in the shelter of a run-down sanctuary she shares with her partner, Wick, who deals his own homegrown psychoactive biotech. One day, Rachel finds Borne during a scavenging mission and takes him home. Borne as salvage is little more than a green lump―plant or animal?―but exudes a strange charisma. Borne reminds Rachel of the marine life from the island nation of her birth, now lost to rising seas. There is an attachment she resents: in this world any weakness can kill you. Yet, against her instincts―and definitely against Wick’s wishes―Rachel keeps Borne. She cannot help herself. Borne, learning to speak, learning about the world, is fun to be with, and in a world so broken that innocence is a precious thing. For Borne makes Rachel see beauty in the desolation around her. She begins to feel a protectiveness she can ill afford. “He was born, but I had borne him.” But as Borne grows, he begins to threaten the balance of power in the city and to put the security of her sanctuary with Wick at risk. For the Company, it seems, may not be truly dead, and new enemies are creeping in. What Borne will lay bare to Rachel as he changes is how precarious her existence has been, and how dependent on subterfuge and secrets. In the aftermath, nothing may ever be the same.

    Edições (2)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover

    Similares (3)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    Resenhas (1)Ver mais
    Demian picture
    Demian24/01/2023Resenhou um livro
    2.5 (Razoável)

    Decepcionante

    Pela sinopse eu fui esperando que "Borne" fosse de uma forma, mas logo no primeiro capítulo percebi que seria complemente diferente, o que não foi ruim! De início, quando estamos acompanhando Rachel nas explorações, conhecendo melhor o mundo (eu gostei muito de não haver explicações sobre o porquê das coisas serem da forma que são), quando ela encontra Borne, e Wick é só um personagem de fundo, o livro é maravilhoso! Não da para parar de ler, da vontade de descobrir mais sobre o passado de Rachel, entender o que Borne é e do que ele é capaz. Mas à medida que a história vai avançando e o autor começa a forçar esse romance estranho de Rachel e Wick garganta à baixo, querendo que nos importemos o suficiente com eles dois para entendermos o porquê das brigas sobre confiança e sei lá mais o quê. Só que não da! Rachel e Wick simplesmente não são personagens interessantes o suficiente para carregar a história, depois que eles põem Borne pra fora, o livro fica chato, lento e sem sentido. Não tem como criar um medo no leitor do perigo de Mord e os proxies se a pessoa relatando os ataques e o controle que eles têm sobre a cidade está vivendo perfeitamente segura numa fortaleza. Se o autor tivesse continuado narrando as expedições de Rachel como no começo e se ela tivesse mais encontros diretos com os proxies – como quando Borne foi atacado –, o clímax teria sido muito mais efetivo e medonho. Quando ela e Wick estavam fugindo dos proxies eu só queria que isso tudo acabasse logo para descobrir se Borne sobreviveria ou não (até a luta de Mord e Borne(!!) foi mal explorada e deixada de fundo, pelo menos o final incrível foi narrado). Honestamente, mal consegui entender o que estava acontecendo durante o encontro de Rachel com a Magician ou o que a Magician queria dela realmente ao longo do livro, mesmo depois da explicação de Wick na carta sobre a Magician ter as memórias de Rachel de quando os pais dela morreram, eu não sei como ela imaginava que isso dava-a poder sobre Rachel. Rachel matá-la a pedradas foi ridículo, mas à essa altura eu nem consegui me importar, acho que o autor não sabia mais o que fazer e ao invés de manter o mistério do destino da Magician após a tentativa falha de matar Mord, decidiu que ela precisava morrer canonicamente e não conseguiu pensar numa forma melhor. Ainda sobre a carta de Wick, é incrível que o personagem dele foi tão mal construído que o plot twist sobre ele também ser uma criação da Companhia nem me surpreendeu, foi só um momente de "hm, ok, continue". Porém, apesar dos pesares, o último capítulo até que foi bom, eu esperava bem mais, mas pelo nível que a história chegou acredito que tenha sido uma boa forma de fechar. Só achei triste que mesmo Borne tendo voltado, ele não vai mais poder evoluir, ou ao menos não enquanto Rachel estiver viva, mas ela disse que as criações da companhia provavelmente passarão dos humanos, então com certeza chegará um momento em que Borne se tornará para os "animais" o que Mord foi para os humanos. Lerei os demais livros da série, já que não parecem ser diretamente ligados aos personagens desse, mas sinceramente não recomendo.

    curtir

    Estatísticas

    Avaliações

    0 / 0
    • 5 estrelas0%
    • 4 estrelas0%
    • 3 estrelas0%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%