Simon Leys é um homem renascentista na era da globalização. Um respeitado estudioso da arte e da literatura clássicas chinesas e um dos primeiros ocidentais a reconhecer o pavoroso preço da Revolução Cultural de Mao, Leys também escreve com inteligência, seriedade e sagacidade inquestionáveis ​​sobre a arte européia, a literatura, a história e a política e é um inabalável observador da forma como vivemos agora. The Hall of Uselessness é a coleção mais extensa dos ensaios de Leys publicada até o momento. Nela, são abordados assuntos que vão desde a atitude chinesa com relação ao passado até os mistérios da Bélgica e Belgitude; oferece retratos de André Gide e Zhou Enlai; ataca Roland Barthes e Christopher Hitchens; reflete sobre o genocídio cambojano; filosofa sobre o feitiço do mar; e escreve com profunda apreciação sobre escritores tão diferentes quanto Victor Hugo, Evelyn Waugh e Georges Simenon. The Hall of Uselessness é marcado pelo profundo conhecimento, a inteligência cética e a convicção apaixonada que fizeram de Simon Leys um dos mais poderosos ensaístas do nosso tempo.

