Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições1
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas0
    • Leitores3
    • Similares1
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Pulcinellopaedia Seraphiniana -

    Luigi Serafini

    Rizzoli
    2016
    128 páginas
    4h 16m
    ISBN-13: 9780847849642
    0
    0 avaliação
    Leram0Lendo0Querem3Relendo0Abandonos0Resenhas0
    Favoritos0Desejados3Avaliaram0

    From the intriguing mind behind Codex Seraphinianus comes this beautifully illustrated tribute to the famed Neapolitan character Pulcinella (or "Punch" as he is referred to in English). This short monograph on Pulcinella is conceived as a extension of the Codex Seraphinianus, an encyclopedia filled with variations and fantasies on a theme. Pulcinellopaedia Seraphiniana contains over one hundred extraordinary graphite illustrations with scarlet accents, some of which are depicted in comic-strip style. Conceived as a musical Suite, it is divided into nine scenes with an intermission. It features the oddly surreal and globally recognized character, whose origins have been lost in the mists of the time. An ancestor of Pulcinella was certainly Maccus, the protagonist of the Atellanae Fabulae, very popular farces in ancient Rome, but it was in the early seventeenth-century that the character assumed the name and costume that we all know. Distinguished by a long nose and typically dressed in white with a black mask, Pulcinella is often depicted in various kinds of misadventures and singing about love, hunger, and money. As he famously did in the Codex, Luigi Serafini, has created Pulcinellopaedia Seraphiniana in a unique language all its own, and has filled it with fascinating and mysterious illustrations that will no doubt prompt devotees to obsessively try to decipher the artist’s intention. Written by Serafini’s imaginative coauthor and alter ego "P. Cetrulo," who represents Pulcinella himself, the book artfully presents the struggles of a rebellious antihero who must come to grips with the challenges of everyday life. Originally, a book about Pulcinella and his world appeared in 1984, after Serafini’s involvement with the 1982 Carnival of Venice, the first revival of the famous festivity after two centuries of silence. Now more than three decades later, this new edition has been extensively revised and includes a new afterword by the author. Like its predecessor, the original edition became immensely sought after and highly valuable, fetching more than one thousand dollars if book collectors were lucky enough to get their hands on a copy. All fans of Serafini’s work will treasure this volume. Rizzoli will also publish a deluxe limited edition with a signed and numbered print.

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover

    Similares (1)

    Ver mais
    • book cover

    Estatísticas

    Avaliações

    0 / 0
    • 5 estrelas0%
    • 4 estrelas0%
    • 3 estrelas0%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    Luigi Serafini profile picture

    Luigi Serafini

    Luigi Serafini é um artista, arquiteto, escritor e designer italiano. É mais conhecido por ter criado o Codex Seraphinianus, uma enciclopédia visual sobre um mundo fictício escrita em uma língua inexistente. Durante a década de 1980, Serafini trabalhava como arquiteto e designer em Milão. Seus trabalhos eram frequentementes caracterizados por uma certa tendência para a metalinguagem, como, por exemplo, as cadeiras Santa e Suspiral ou as lâmpadas e os copos para a companhia Artemide. Ele criou o cenário, a iluminação e os trajes para a peça de ballet The Jazz Calendar de Frederick Ashton no Teatro Alla Scala e trabalhou para o Piccolo Teatro di Milano. Também realizou design de set para a Radiotelevisione Italiana (RAI) e logotipos para televisão. Trabalhou com Federico Fellini no desenvolvimento dos primeiros projetos do filme La Voce Della Luna. Possui um laboraratório de cêrâmica em Umbria. Realiza exposições pessoais itinerantes, especialmente na Holanda, e participa de projetos artísticos coletivos. Em 2003, concluiu uma escultura em bronze policromado, Carpe Diem, e baixos-relevos de uma das estações de metrô em Nápoles, Mater Dei. Em maio de 2007, realizou a exposição Luna Pac em Milão no Pavilhão de Arte Contemporânea. Ocasionalmente dá entrevistas à imprensa italiana e a publicações sobre arte. Serafini visitou o instituto Banff Centre e já expôs na Fondazione Mudima di Milano, na Quadriennale XIII, na Galeria Nacional de Arte Moderna e Contemporânea, em Roma, no Futurarium, e na Galeria Didael. Em julho de 2008, completou a instalação policromada Balançoires sans Frontières, em Castasegna, Suíça. O Codex Seraphinianus foi originalmente publicado em 1981 como uma edição limitada de 5.000 cópias. Foi republicado em quatro ocasiões: primeiro em uma edição em inglês no ano de 1983 e, depois, em inglês, espanhol e francês na década de 1990 -- cada vez limitada a 5.000 cópias. Em 2006 foi, finalmente, publicado em grande escala. Muitos alegam terem sido inspirados por esse trabalho, como Roland Barthes, Italo Calvino, Philippe Decouflé e Douglas Hofstadter. Não se sabia ao certo se a linguagem do texto possuia um sentido, havendo indícios de que possivelmente se tratasse de uma escrita assêmica ou automática. Mais tarde, o autor da obra revelou que a linguagem do Codex não possui nenhum significado, e que sua intenção era reproduzir o efeito causado em uma criança analfabeta, que tem consciência de que as palavras e símbolos possuem um sentido porém não consegue interpretá-las. Em 1984, Serafini ilustrou a Pulcinellopedia (Piccola), um conjunto de desenhos a lápis sobre um polichinelo mascarado de Nápoles. Este trabalho, publicado pela Editora Longanesi, é mais difícil de ser encontrado do que o Codex, tendo ficado fora de catálogo a partir de 2008. Outros trabalhos inéditos e ilustrações parecem existir, mas, além de exposições ocasionais de arte (com figuras de barro e esculturas policromadas e de plástico até mobiliário e pequenas instalações), tais obras não estão disponíveis ou catalogadas publicamente. Serafini começou seu próprio site em luigiserafini.com, mas desde 2009 o endereço inexiste. Em 2009 Serafini ilustrou uma reinterpretação da obra Les Histoires Naturelles de Jules Renard, Le Storie Naturali, publicada pela Editora Rizzoli em uma edição limitada de 600 exemplares.

    3 Livros
    0 Seguidor

    Luigi Serafini