Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições1
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas0
    • Leitores3
    • Similares16
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Contos Maravilhosos - Volker Michels (Org.)

    Hermann Hesse

    Difel
    1996
    288 páginas
    9h 36m
    ISBN-13: 9789722900478
    Português
    5
    1 avaliação
    Leram2Lendo0Querem1Relendo0Abandonos0Resenhas0
    Favoritos0Desejados1Avaliaram1

    "Die Märchen" / Contos de Fadas (1919) — "Contos Maravilhosos": Histórias do Poente e do Levante pela Difel. Já em 2003, Paulo Rêgo traduziu a colectânea em questão para português, dando-lhe o título Contos Maravilhosos: deambulações fantásticas. Esta colectânea de contos, compilada por Volker Michels, reúne pela primeira vez todos os contos de Hermann Hesse, desde Die beiden Brüder (Os Dois Irmãos), o seu primeiro trabalho em prosa, escrito aos dez anos (...) Pequenas histórias, escritas em linguagem simples, mas tão cheias de simbolismos e complexas referências que remetem o leitor para universos que transcendem a efabulação porque repletas de sentido filosófico. A fantasia e a visão mágica dos seres e da Natureza aproximam estes contos da prosa poética. Na sua maioria, avulta a problemática essencial de Hesse, nalguns contos tratada de forma muito depurada: a experiência como unificadora do homem e do Universo, a busca de harmonia e unidade do individuo no seu confronto com o Mundo. "Phantasie und Einfühlungsvermögen", schrieb Hermann Hesse, "sind nichts anderes als Formen der Liebe." So gelingt es ihm ohne Umschweife, den Weg zum Herzen des Lesers zu finden und die ewigen Themen aller Märchen neu zu gestalten: Glück des Liebens, Eitelkeit der Wünsche, Vergänglichkeit und Sehnsucht nach einer kindhaft-wahren Verbundenheit mit allem, was lebt und gedeiht. |...| Die Kunstmärchen gehören zu den beliebtesten Erzählformen der Weltliteratur. Kaum ein deutschsprachiger Autor des 20. Jahrhunderts hat diese Tradition auf vergleichbare Weise fortgesetzt wie Hermann Hesse. Das Spektrum reicht von den Erzähltraditionen Boccaccios und den Geschichten aus Tausendundeiner Nacht bis zu phantastischen Satiren und psychoanalytisch inspirierten Traumdichtungen. Sie modernisieren die klassischen Märchenthemen: Glück und Unglück der Liebe, Eitelkeit der Wünsche, Vergänglichkeit und Sehnsucht nach Geborgenheit. Diese Märchen sind stets lebensbezogen. Das Magische darin zielt auf die Entwicklungsfähigkeit des Menschen, die für Hesse mit der Pubertät durchaus nicht erschöpft ist". «Hesse foi um dos espíritos que moldaram o nosso século.» – Ralph Freedam, Princeton University. «Com um estilo muito musical, repleto de belezas, carícias e prodígios, os contos de Herman Hesse são momentos de rara beleza e perfeição na literatura actual.»”–" Expresso. ==== http://www.dquixote.pt/pt/literatura/romance-traduzido/contos-maravilhosos/ http://leituras-cruzadas.blogspot.com.br/2014/03/livro-do-mes-contos-maravilhosos-de.html https://www.nobelprize.org/nobel_prizes/literature/laureates/1946/hesse-facts.html https://www.portaldaliteratura.com/livros.php?livro=3668 https://www.portaldaliteratura.com/livros.php?livro=3920 http://www.estantedelivros.com/autores/herman-hesse ==== [Sobre o Autor]: [PREMIO NOBEL DA LITERATURA 1946] Romancista e poeta alemão, Hermann Hesse nasceu em 1877 na pequena cidade de Calw, na orla da Floresta Negra e no estado de Wüttenberg. Como os pais depositavam esperanças no facto de Hermann Hesse poder vir a seguir a tradição familiar em teologia, enviaram-no para o seminário protestante de Maulbronn, em 1891, mas acabou por ser expulso. Passando a uma escola secular, o jovem Hermann tornou a revelar inadaptação, pelo que abandonou os seus estudos; logo depois começa a trabalhar, primeiro como aprendiz de relojoeiro, como empregado de balcão numa livraria, como mecânico, e depois como livreiro em Tübingen, onde se teria juntado a uma tertúlia literária, "Le Petit Cénacle", que teria, não só grandemente fomentado a voracidade de leitura em Hesse, como também determinado a sua vocação para a escrita. Assim, em 1899, Hermann Hesse publicou os seus primeiros trabalhos, Romantischer Lieder e Eine Stunde Hinter Mitternacht , volumes de poesia de juventude. Depois da aparição de Peter Camenzind, em 1904, Hesse tornou-se escritor a tempo inteiro. Na obra, reflectindo o ideal de Jean-Jacques Rousseau do regresso à Natureza, o protagonista resolve abandonar a grande cidade para viver como São Francisco de Assis. O livro obteve grande aceitação por parte do público. Em 1911, e durante quatro meses, Hermann Hesse visitou a Índia, que o teria desiludido mas, em contrapartida, constituído uma motivação no estudo das religiões orientais. No ano seguinte, o escritor e a sua família assentaram arraiais na Suíça. Nesse período, não só a sua esposa começou a dar sinais de instabilidade mental, como um dos seus filhos adoeceu gravemente. No romance Rosshalde (1914), o autor explora a questão do casamento ser ou não conveniente para os artistas, fazendo, no fundo, uma introspecção dos seus problemas pessoais. Durante a Primeira Guerra Mundial, Hesse demonstrou ser desfavorável ao militarismo e ao nacionalismo que se faziam sentir na altura e, da sua residência na Suíça, procurou defender os interesses e a melhoria das condições dos prisioneiros de guerra, o que lhe valeu ser considerado pelos seus compatriotas como traidor. Finda a guerra, Hesse publicou o seu primeiro grande romance de sucesso, Demian (1919). A obra, de carácter faustiano, reflectia o crescente interesse do escritor pela psicanálise de Carl Jung, e foi louvada por Thomas Mann. Assinada nas primeiras edições com o nome do seu narrador, Emil Sinclair, Hesse acabaria por confessar a sua autoria. Deixando a sua família em 1919, Hermann Hesse mudou-se para o Sul da Suíça, para Montagnola, onde se dedicou à escrita de Siddharta (1922), romance largamente influenciado pelas culturas hindu e chinesa e que, recriando a fase inicial da vida de Buda, nos conta a vida de um filho de um Bramane que se revolta contra os ensinamentos e tradições do seu pai, até poder eventualmente encontrar a iluminação espiritual. A obra, traduzida para a língua inglesa nos anos 50, marcou definitivamente a geração Beat norte-americana. 1919 foi também o ano em que Hesse travou conhecimento com Ruth Wenger, filha da escritora suíça Lisa Wenger e bastante mais nova que o autor. O escritor renunciou à cidadania alemã, em 1923, optando pela suíça. Divorciando-se da sua primeira esposa, Maria Bernoulli, casou com Ruth Wenger em 1924, tendo o casamento durado apenas alguns meses. Dessa experiência teria resultado uma das suas obras mais importantes, Der Steppenwolf (1927). No romance, o protagonista Harry Haller confronta a sua crise de meia-idade com a escolha entre a vida da acção ou da contemplação, numa dualidade que acaba por caracterizar toda a estrutura da obra. Em 1931 voltou a casar, desta feita com Ninon Doldin, de origem judaica. Com apenas quatorze anos, havia enviado, em 1909, uma carta a Hermann Hesse, e desde então a correspondência entre ambos não mais cessou. Conhecendo-se acidentalmente em 1926, foram viver juntos para a Casa Bodmer, estando Ninon separada do pintor B. F. Doldin, e a existência de Hesse ter-se-à tornado mais serena. Durante o regime Nacional-Socialista, os livros de Hermann Hesse continuaram a ser publicados, tendo sido protegidos por uma circular secreta de Joseph Goebbels em 1937. Quando escreveu para o jornal pró-regime Frankfürter Zeitung, os refugiados judeus em França acusaram-no de apoiar os Nazis. Embora Hesse nunca se tivesse abertamente oposto ao regime Nacional-Socialista, procurou auxiliar os refugiados políticos. Em 1943 foi finalmente publicada a obra Das Glasperlernspiel, na qual Hesse tinha começado a trabalhar em 1931. Tendo enviado o manuscrito, em 1942, para Berlin, foi-lhe recusada a edição e o autor foi colocado na Lista Negra Nacional-Socialista. Não obstante, a obra valer-lhe-ia o prémio Nobel em 1946. Após a atribuição do famoso galardão, Hesse não publicou mais nenhuma obra de calibre. Entre 1945 e 1962 escreveria cerca de meia centena de poemas e trinta e dois artigos para os jornais suíços. A nove de Agosto de 1962, Hermann Hesse veio a falecer, aos oitenta e cinco anos, durante o sono, vítima de uma hemorragia cerebral.

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover

    Similares (16)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover

    Estatísticas

    Avaliações

    5 / 1
    • 5 estrelas100%
    • 4 estrelas0%
    • 3 estrelas0%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    Hermann Hesse profile picture

    Hermann Hesse

    Hermann Hesse foi um escritor alemão, que em 1923 naturalizou-se suíço. Nascido no seio de uma família muito religiosa, filho de pais missionários protestantes (pietistas, como é típico da Suábia) que tinham pregado o cristianismo na Índia. Estudou no seminário de Maulbronn, mas não seguiu a carreira de pastor como era da vontade de seus pais. Tendo recusado a religião, ainda adolescente, rompeu com a família e emigrou para a Suíça em 1912, trabalhando como livreiro e operário. Acumula então sólida cultura autodidata e resolve dedicar-se à literatura. Travou contato com a espiritualidade oriental a partir de uma viagem à índia em 1911 e com a psicanálise por meio de um discípulo de Carl Gustav Jung, em decorrência de uma crise emocional causada pela eclosão da Primeira Guerra Mundia

    121 Livros
    927 Seguidores
    Baden-Württemberg, Alemanha

    Hermann Hesse