Deve dizer-se que, assim como nos atos exteriores há que considerar a operação e a obra, como, por exemplo, a edificação e o edificado [ou edifício], assim também, nas obras da razão, há que considerar o próprio ato da razão, que é inteligir e raciocinar, e aquilo que assim é constituído pelo ato. Donde na razão especulativa vem em primeiro a definição; em segundo a enunciação; e em terceiro o silogismo ou argumentação.
