É uma HQ curiosa, em razão de diferentes desdobramentos na mesma aventura. Estou instigado para ver onde isso vai dar.
Primeiro tem a surpresa com o gorila no barco a caminho de Manaus (um gorila? macacos me mordam! com certeza mais para frente deve render caldo inusitado); depois testemunhamos eletrizante luta de Mister No com ratos do rio (não é citado, mas é o nome comum para piratas na Amazônia, registre-se que esse é o ponto alto da edição); tem o mal entendido em Manaus com o policial à paisana; a vingança de seus companheiros e a busca de Mister No pelos ratos (motivado por peça roubada de seu Piper e com pista através de um... advinha aí pelo título da aventura).
Continua na próxima edição, onde esse quebra-cabeça, creio eu, vai se encaixar. Por ora, é uma leitura que despertou expectativas e empatia pelo desenrolar em algo familiar: a Amazônia.
Como obra gringa, tem lá seus exageros e aspectos clichês, mas só vou registrar um. Oras! Entre Belém e Manaus não existe um oceano intercontinental para que a simples viagem de barco dure dois meses...
No geral, curtição na leitura.