Após saber que esse mangá vai receber uma adaptação, fiquei empolgada com a ideia de o ler. Imaginei algo fantástico e empolgante pela premissa e pela arte, mas não foi o que esperava a mangaka escolheu o caminho mais fácil e mesmo a história sendo divertida e me agradado, ela perdeu a possiblidade de fazer algo incrível.
Dois países estão em atrito, Deus surgiu e requisitou para a filha mais bela de um país se casasse com o filho mais inteligente do outro país. Seus respectivos países não apoiaram essa decisão, então enviaram cada um animal, enquanto selecionaram a filha menos bonita e o rapaz mais estúpido. De alguma forma, o acaso os junta sem eles terem ciência de quem é o outro.
Eles fingem ser um casal para não alimentar o atrito já existente entre os países, até que eventualmente um possa provar a todos que eles podem ser aliados e que uma aliança seria proveitosa para todos.
Como disse anteriormente, a história é divertida. Mas me incomoda como a mangaka perdeu a oportunidade de fazer uma mulher gorda a mais bela sem questionamento, um rapaz bobo, o homem com uma habilidade poderosa e capaz. Mesmo com apenas um volume, há furos no enredo e os conflitos entre os países são resolvidos apressadamente.
Seria incrível se além de questionar as ideias de beleza e inteligência, a mangaka focasse no relacionamento deles e no choque cultural que iriam experimentar por nascerem de lugares tão diferentes. Ou se escolhesse alguns conflitos para desenvolver o atrito dos países desse mundo, ao invés de se perder em tantos que ela tenta apresentar. Ainda vou assistir o filme e vai me divertir.