Jeri Kurireu. O Menino que Se Reinventou

    Daniela Freire

    Entrelinhas
    2017
    64 páginas
    2h 8m
    ISBN-13: 9788579921025
    Português Brasileiro
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    Amapá e Amazônia24/04/2018Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    O livro apresenta aos jovens a biografia do mato-grossense Cândido Mariano da Silva Rondon, uma das personalidades mais destacadas do século XX em todo o Ocidente, e será lançado no próximo dia 5 de maio de 2017, no Sesc Arsenal, na data do seu nascimento. “Jeri Kurireu: o menino que se reinventou, da psicóloga e pesquisadora da infância Daniela Freire, com ilustração da artista plástica e publicitária Daniele Dias, faz parte da coleção infantojuvenil da Entrelinhas dedicada a biografia de personalidades mato-grossenses”, informa a editora Maria Teresa Carrión Carracedo. “A obra é uma narrativa que analisa a trajetória de vida do Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon, levando em consideração a perspectiva das crianças e adolescentes. Caracteriza-se por ser um convite à reflexão sobre os valores que orientaram a infância, a adolescência e a vida adulta de Rondon, destacando a dimensão ética de sua relação com os povos indígenas e as transformações que sofreu, à medida que vivenciava os desafios que a vida lhe impôs logo na tenra idade”, explica a autora Daniela. A análise da obra anuncia seu potencial, sobretudo, para os campos educacional e cultural, uma vez que é fonte de informação de fatos históricos ao mesmo tempo em que convida o leitor ao exercício da reflexividade, incentivando o protagonismo. O livro relata como um menino de uma pequena localidade no interior do Brasil alcança uma das posições mais destacadas na história do mundo. Considerado pelo Instituto de Geografia de Nova Iorque um dos cinco maiores exploradores do planeta, Rondon foi indicado ao prêmio Nobel da Paz em três ocasiões (1925, 1953 e 1957), sendo a primeira delas por ninguém menos que o físico alemão Albert Einstein, “em reconhecimento à sua postura antirracista e pelo pioneirismo na luta para abolir as diferenças entre as nações indígenas e a cultura dos colonizadores, sejam eles militares, religiosos, fazendeiros, mineradores, seringueiros”, destaca a autora, no livro. São muitas as homenagens que este mato-grossense recebeu, dando seu nome a uma cidade, como Rondonópolis, em Mato Grosso, a um Estado, Rondônia, e até mesmo ao meridiano 52, o Meridiano Rondon. Fonte: entrelinhaseditora.com.br

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