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    The Mortal Word (The Invisible Library #5) -

    Genevieve Cogman

    Ace
    2018
    553 páginas
    18h 26m
    ISBN-10: 0399587446
    4.5
    17 avaliações
    Leram22Lendo2Querem16Relendo0Abandonos0Resenhas1
    Favoritos4Desejados16Avaliaram17

    When Irene returns to London after a relatively straightforward book theft in Vienna, Bradamant informs her that there is a top secret dragon-Fae peace conference in progress that the Library is mediating, but that the second-in-command dragon has been stabbed to death. Tasked with solving the case, Vale and Irene immediately go to 1890s Paris. Once they arrive, it seems that the murder victim had uncovered evidence suggesting that he may have found proof of treachery by one or more Librarians. But to ensure the peace of the conference, some Librarians are already hostages in the dragon and Fae courts. To save the captives, including her parents, Irene must get to the bottom of this murder - but was it dragon, Fae, or even a Librarian who committed the crime?"

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    Elaine Martins29/06/2020Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    A Saga só melhora

    O quinto livro da Saga aborda um pouco mais a hierarquia tanto dos dragões quanto dos feéricos, e dá uma boa ideia do que os mais poderosos de ambos os lados são capazes de fazer (e não é pouco!). Um acordo de paz entre feéricos e dragões está pra se assinado. Mas quando um dos membros da corte real dracônica e assassinado, Vale e Irene são chamados até a Paris de um alternativo para descobrir quem é o assassino. Do lado dos dragões, a comitiva é composta por Ao Ji, tio de Kai. Do lado do caos, A Princesa é a figura mais importante. Enquanto isso, o time de investigação é composto por um representante de cada parte interessada: Mu Dan, pelos dragões; Silver, pelos feéricos; Irene, pela Biblioteca; Vale, pelos humanos. O livro é bem frenético, com correria, aventura e muita coisa acontecendo. Irene coloca sua vida em risco diversas vezes em busca da verdade. A principal suspeita do assassinato é a feérica Condessa, que está nessa Paris aparentemente apenas para impedir a assinatura do acordo de paz. Porém, depois de alguns encontros nada agradáveis com ela, Irene começa a suspeitar que não foi ela quem matou o Dragão, pois a própria Condessa não está nada feliz com a acusações contra ela. Enquanto tenta descobrir a verdadeira identidade do criminoso, Irene precisa também livrar a Biblioteca das acusações, pois várias pistas (forjadas) apontam para um Bibliotecário. Desconfiando de seus pares, Irene volta à Biblioteca para uma consulta rápida com a Chefe da Segurança (algo me diz que ela vai aparecer mais vezes nos próximos livros). Ao fim, o assassino acaba sendo Ao Ji, tio de Kai, que não quer que o tratado de paz seja assinado e sacrificou seu fiel servo para tentar impedir que a conferência fosse até o final. Foi ele, inclusive, quem matou o Ministro (no livro anterior) responsável pela organização do evento para tentar impedir que tudo acontecesse. Depois de ser desmascarado, o rei dos dragões fica furioso e ataca Irene, que quase morre. Mas, Lord Silver (Sim!!!) corre para salvá-la com um beijo (que romântico). Mas a fúria do rei não pára por aí e ele começa a destruir toda a cidade. Irene usa a linguagem para impedi-lo, ordenando que PARIS o segure (sim, a cidade), e isso quase lhe custa a vida tamanha a quantidade de energia demandada para a tarefa. Muita coisa acontece no livro e, sinceramente, se eu fosse eu no lugar da Irene, tinha chutado o balde. O único momento de descanso que ela tem é logo depois do primeiro encontro com a Condessa quando, exausta, ela volta pro quarto e Kai aparece. Ela, que não é boba nem nada, leva Kai para a cama e tem a sua esperada noite de amor com ele. Vale é sempre ótimo em suas deduções, falas e no sarcasmo. Mas o prêmio vai mesmo para Irene, que mais uma vez mostrou toda a sua lealdade para com a Biblioteca e uma fibra que há tempo eu não via em uma heroína. Bom, o tratado é assinado e Kai e Irene viram embaixadores da paz (e voltam a trabalhar junto, obrigada!). "Don't waste time arguing against the impossible; accept it and find a solution." "Maybe that's why we need a little bit of chaos in our lives, so that things happen against probability and ouside logic."

    2 curtidas

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    4.5 / 17
    • 5 estrelas59%
    • 4 estrelas41%
    • 3 estrelas0%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
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    Genevieve Cogman

    GENEVIEVE COGMAN começou logo cedo a se aventurar pelos universos de Tolkien e Sherlock Holmes e nunca mais parou. Antes de A Biblioteca Invisível, seu romance de estreia, fez mestrado em Estatística Aplicada à Medicina e usou isso em uma variedade de empregos: analista de dados, codificadora clínica e especialista em classificações. Além disso, trabalhou como escritora freelance de RPG. Genevieve Cogman atualmente mora no norte da Inglaterra.

    14 Livros
    69 Seguidores

    Genevieve Cogman