De todos os quadrinhos que li, esse foi um dos mais difíceis e acredito não apenas pela data pela qual foi feito que é da década de 60, mas sim pela narrativa adotada pelo autor. Suas transições de quadros me geravam estranhamento, pois as vezes voltava ao quarto anterior ou a página anterior pra tentar ver o que deixei passar desapercebido, mas não era bem comigo era pela fluidez estática ou elíptica que supunha que os personagens haviam feito algo que eu ainda não percebo retornando a outras leituras. A linguagem utilizada pelos povos subterrâneos foi acertada, mas a forma como a edição apresentou o vocabulário ou tradução me tirou da obra pra valer. Só não desisti porque era questão de honra ler este quadrinhos de um mestre do erotismo mundial, mas que o que era confuso e estático apenas piorou com aquela língua tão pobre e diferente. Os textos entre capítulos é tão confusos e sem explicação de o porque estão ali quanto o próprio quadrinho. Realmente, vou ter que ler muita coisa ainda pra um dia tentar entender está obra de Crepax.

