Mister No em uma aventura na rota Manaus-Caracas-Haiti. É cheia de desdobramentos inusitados, começando com a morte de um velho amigo (o principal aspecto desencadeante da história) de um jeito super esquisito, tendo também corrupção policial, o misticismo do sincretismo religioso entre os haitianos, a busca de uma mulher (que também revela surpresas) e outros fatos. Na boa, não entendi a proposta e, por conta disso, não me diverti na leitura. O aspecto legal é a contextualização de cada cenário (leia-se país) em algumas particularidades para o leitor. Só disso gostei, porque no desenrolar multifacetado perdi o fio da meada.