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Dilalilac sempre foi tratada com estranheza pelas pessoas. Natureza ou consequência disso, passou a escrever textos desde que sonhou que enchia uma sala de aula de redação com mais de duzentas páginas em meia hora. Nunca escreveu para ninguém a não ser para si mesma, e por motivos que, pelo teor intragável dos exemplares, talvez sejam de difícil compreensão. Escrever, apesar de tudo, é sua vida e o que a salva do resto do mundo.