Porém em alguns aspectos, eu esperava um pouco mais. As partes da Abyssinia foram muito interessantes, especialmente as descobertas a respeito do filho dela e do passado dela. As duas coisas que me incomodaram nesse livro são: a continua presença do Omen, que é um dos personagens menos interessantes (junto com o irmão dele), e o personagem Cadaverous Gant, que sequestrou o filho da Abyssinia e a irmã da Valkyrie, fazendo com quem ambas tivessem que ir atrás desses entes queridos. Essa parte foi bem chata e desinteressante de ler, já que esse vilão nunca me convenceu e achei ele chato desde o primeiro momento que apareceu na história. Eu preferiria mil vezes mais que a Abyssinia tivesse sido a ameaça do livro do que esse personagem e os sequestros que ele fez. Já o Omen não é legal de acompanhar. Ele passa o tempo todo se subestimando por ser o irmão do escolhido e não é incluso em nada de maneira agradável. Sei lá, Omen não é um personagem pelo qual eu tenha simpatia e o Cadaverous é só chato mesmo. Abyssinia teria sido uma vilã um milhão de vezes mais interessante e poderosa. Por conta disso tirei 1 estrela da minha avaliação. No geral não foi uma história ruim, eu com certeza faria uma releitura, mas definitivamente não é um dos meus livros favoritos da série. Imagino que agora o próximo livro vá focar na irmã da Valkyrie já que ela descobriu que Alice não tem alma graças ao que ela fez nos livros passados, e se o filho da Abyssinia tiver destaque, provavelmente teremos um possível embate entre ele e o irmão do Omen. Esses são os meus palpites por enquanto. Espero que o próximo livro seja um pouco melhor.