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    O futuro de uma ilusão e O mal-estar na cultura (Clássicos Modernos) -

    Sigmund Freud

    L&PM
    2018
    208 páginas
    6h 56m
    ISBN-13: 9788525437655
    Português Brasileiro
    4.3
    22 avaliações
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    Em 1927, Sigmund Freud (1856-1939) publicou O futuro de uma ilusão, que se tornaria um de seus textos mais difundidos. Endereçado a seu amigo e reverendo protestante Oskar Pfister, a obra consiste numa reflexão sobre o hábito de as pessoas se voltarem à religião em busca de soluções para problemas terrenos. Freud, que se autodenominava judeu ateu, não acreditava na religião – “a neurose obsessiva universal da humanidade” – como forma de apreensão do mundo; aqui ele demonstra que ela depende de sentimentos infantis não resolvidos e mais: é a culpada pela atrofia intelectual da maior parte dos seres humanos. Dois anos depois, em 1929, volta ao tema e aprofunda sua reflexão, dessa vez estendendo a análise para a cultura em geral. Em O mal-estar na cultura (publicado em 1930), já mais pessimista, vê o desamparo infantil como estando na gênese do sentimento religioso do adulto, e a cultura (ou a civilização) como algo que exige o recalque de sentimentos espontâneos. O mal-estar estaria não só na base da religiosidade, mas seria fundação do nosso próprio estado de cultura. Eis aqui, pela primeira vez traduzidos diretamente do alemão e reunidos num mesmo volume, dois dos textos sociais de Freud, intérprete da humanidade, tão influentes hoje quanto à época de sua publicação.

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    Beto Fabiano02/11/2020Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Nosso sofrimento

    Os famoso impulsos (pulsões) freudianos são descritos com clareza aqui. Além de outros pontos importantes da psicanálise. Leitura importante em conjunto com "Totem e Tabu", para uma visão mais ampla.

    5 curtidas

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    Sigmund Freud

    Freud foi o fundador da psicanálise. Iniciou seus estudos pela utilização da hipnose como método de tratamento para pacientes com histeria. Ao observar a melhoria de pacientes de Charcot, elaborou a hipótese de que a causa da doença era psicológica, não orgânica. Essa hipótese serviu de base para seus outros conceitos, como o do inconsciente. Freud também é conhecido por suas teorias dos mecanismos de defesa, repressão psicológica e por criar a utilização clínica da psicanálise como tratamento da psicopatologia, através do diálogo entre o paciente e o psicanalista. Acreditava que o desejo sexual era a energia motivacional primária da vida humana, assim como suas técnicas terapêuticas. Ele abandonou o uso de hipnose em paciente com histeria, em favor da interpretação de sonhos e da livre associação, como fontes dos desejos do inconsciente. Freud, suas teorias e seu tratamento com seus pacientes foram controversos na Viena do século XIX, e continuam a ser muito debatidos hoje. Suas idéias são freqüentemente discutidas e analisadas como obras de literatura e cultura geral em adição ao contínuo debate ao redor delas no uso como tratamento científico e médico.

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    Morávia, Áustria (Império Austríaco)

    Sigmund Freud