Superinteressante Nº 391 (Julho de 2018) - Erro médico

    não informado

    Abril
    2018
    74 páginas
    2h 28m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro

    Erro médico é mais comum do que você imagina. Ele afeta um em cada dez pacientes, e é a maior causa de morte no Brasil. Entenda como chegamos a esse ponto, e o que fazer para estancar a sangria.

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    R .21/08/2018Resenhou um livro
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    Fiz leitura dinâmica, não gostei da edição, reportagens pouco instigantes. "Erro médico" - direcionamento para dados estatísticos e ilustração de casos, que nos fazem perceber realidade mais comum do que imaginávamos. Segundo o texto, 1 em cada 300 morre por conta disso e os erros (sem necessariamente gerar morte) atingem 1 em cada 10 pacientes. A reportagem foi exemplificada com 5 casos (certamente qualquer leitor tem histórias para contar) e causas comuns. Basicamente, o que deram mais atenção. Gostaria de ter visto informações práticas, que nos fazem ser mais cuidadosos e nesse sentido foi citado apenas prévia consulta (em informações na net) sobre o profissional que procuramos. Deveria ser mencionada também a busca de informações sobre o procedimento a que estaremos sujeitos. As principais causas estão na imperícia e descuido médico (potencializados no serviço de saúde precário), mas em outras, cedemos espaço com uma excessiva confiança. Tem médico que trabalha roboticamente e vai prescrevendo e fazendo as coisas sem verificar contraindicações ou exame minucioso. O erro está na conta do profissional, mas também não sou maluco de me sujeitar a tudo que indicam sem algum questionamento e verificação. "A cidade subterrânea de Hitler" - serviria de refúgio para cerca de 120 mil pessoas, construída nos limites da Polônia. Milhares de judeus morreram na construção dessa obra, com expectativa de vida de 3 ou 4 meses rotineiramente. Só curiosidade... A seção Essencial foi o que mais gostei, com abordagem sobre os interesses russos na proteção ao ditador da Síria. Entre outras coisas, acordos que permitem acesso ao Mediterrâneo. Apesar da extensão, a Rússia é limitada no acesso a rotas comerciais marítimas, tendo muitos limites com regiões polares.

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