"Em The Ethical Primate, Mary Midgley, “uma das mais importantes canetas críticas do Ocidente”, de acordo com o Times Literary Supplement, aborda a questão fundamental da liberdade humana. Cientistas e filósofos acharam difícil entender como cada ser humano pode ser uma parte viva do mundo natural e ainda ser livre. Midgley explora suas respostas a esse aparente paradoxo e argumenta que nossa origem evolutiva explica por que e como a liberdade e a moralidade humana surgiram." A filósofa sempre esteve na linha de frente a refutação de ideologias, e uma em especial: cientificismo. A filósofa toma uma perspectiva pouco compreendida, ainda que sedimento do senso comum: e se a moralidade for natural? Nesta argumentação questões sobre mente e corpo e a rejeição ao dualismo metafísico e metodológico são apresentadas. Midgley foi uma das mais críticas de Dawkins, em vários campos da discussão da na moral e na ciência. A filósofa é profunda conhecedora dos critérios e compromissos de uma explicação científica, por isto entra em diálogo, tanto na objeção como quanto a busca de apoio. Mas sua escrita possui uma densidade que esquema a sutileza de sua escrita. Seus argumentos se reforçam no conjunto da obra, possuem argumentos simples e ilustrações que o leitor movido por curiosidade não ficará perdido das informações e argumentos, só com o tempo perceberá o quanto se revela em sua obra.
The ethical primate - Humans, freedom and morality
Mary Midgley
Routledge
1996
195 páginas
6h 30m
ISBN-10: 041513224X
Edições (1)
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