Este conto é um aesthetic ambulante, o lugar que se passa é bonito e charmoso, os personagens são pessoas gentis que mereciam mais páginas, nem que fosse só fosse mostrando eles ordenhando vacas e sendo legais com os vizinhos, exceto o tal ele, aliás, danada a autora trazer um elemento marcante de O Demônio no Campanário com um misticismo diferente.
O jeito da Raya reflete muito a pureza que se espera da ordem dos Guardiões e ela lida com as coisas de forma semelhante ao Israel (se lascando também). Enquanto O Preço do Céu lida com o bem e o mal na base da guerrilha entre os dois lados, aqui é no jeito que o Daniel e o ele tratam a Raya.