Um pouco mais de enredo fez bem!
É incrível o que um pouco de enredo consegue fazer com uma história! Apesar de não ser tão engraçado quanto os primeiros três livros da série, esse sexto finamente teve enredo o suficiente para as obsessões e os dramas desnecessários da Mia não ficarem tão chatos. Minha nota verdadeira é 3,5. Além de ter um enredo mais consistente e denso do que resolver uma paranoia fútil criada na cabeça da Mia, a história não girou somente em torno da vida amorosa dela! Outra coisa boa desse livro é ver outro lado menos perfeito do Michael, que ainda me faz gostar bem mais dele. Honestamente, eu detesto que protagonistas são super criticadas, enquanto mocinhos são perdoados e amados por qualquer coisa, mas tenho que admitir que o Michael é mil vezes mais interessante que a Mia. Não sei como ele aguenta ela às vezes! É muito difícil lidar com alguém que mente por qualquer coisa, cria um super problema em cima das questões mais toscas e que é tão insegura que passa o tempo todo achando que ele vai terminar com ela. Isso é bem irritante. Mas misturar essa paranoia dela com um enredo mais interessante, como a Mia concorrer para presidente do conselho estudantil, foi ótimo. Eu pelo menos tinha uma razão para continuar lendo - além de só querer terminar a maratona de releitura. Uma coisa é certa: desde o terceiro livro, não encontrei nenhuma razão boa o suficiente para explicar por que essa série é tão longa. Teria sido tão melhor se a Meg Cabot tivesse escrito só três livros, mas que fossem maiores e narrados diferentes. Mas eu vou continuar com a releitura, é claro! Indo agora ler o sétimo livro.

