Entrar
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições2
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas30
    • Leitores334
    • Similares4

    Acender uma fogueira (Coleção Folha Inglês com Clássicos da Literatura #13) - To Build a Fire

    Jack London

    Folha de S.Paulo
    2018
    72 páginas
    2h 24m
    ISBN-13: 9788593876769
    Português Brasileiro
    4
    175 avaliações
    Leram217Lendo8Querem107Relendo0Abandonos2Resenhas30
    Favoritos1Desejados107Avaliaram175

    Jack London - Acender uma Fogueira Um homem, um cão, uma extensão de neve, o frio cortante; em Acender uma Fogueira não é difícil encontrar todos os ingredientes das histórias mais “clássicas” de Jack London, aquelas que mais contribuíram para construir a imagem literária do escritor. Neste caso, porém, a ambientação nos territórios inóspitos do Yukon, nos tempos da corrida do ouro desencadeada pela descoberta de fabulosas jazidas naquela região, é talvez menos relevante do que poderia parecer à primeira vista. Sem dúvida, o conto descreve uma cadeia de eventos que se desenvolvem num ambiente natural delineado com extraordinária eficácia (graças também ao fato de London, como se sabe, ter experimentado a vida no Yukon pessoalmente). Mas é indubitável que o escritor pretende aqui representar, por meio de uma história particular, alguma coisa universal, uma manifestação paradigmática da contraposição entre o homem e a natureza. Esse tema, na realidade, é recorrente em boa parte da produção de London, mas o resultado alcançado pelo autor em Acender uma Fogueira é particularmente convincente, talvez porque se trate de uma escrita muito mais enxuta, onde a narração, levando ao extremo certa tendência própria do naturalismo literário, é reduzida quase exclusivamente a um frio relato dos fatos. Os protagonistas do conto são um homem, de quem não sabe quase nada, exceto que se trata de um chechaquo, isto é, um novato no inverno do extremo norte, e seu cão, um husky guiado pelo puro instinto e bem mais “eficiente” que o dono na adoção de estratégias de sobrevivência. O cão não é aqui um verdadeiro companheiro do homem, e sim uma extensão de sua grande antagonista, isto é, a natureza; e como esta, também o cão se mostra um tanto indiferente ao destino do homem.

    Edições (2)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover

    Similares (4)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    Resenhas (30)Ver mais
    Régis Maz picture
    Régis Maz26/12/2023Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Mais uma ótima história de Jack London!

    Esse conto faz parte do Projeto Cápsula lançado em maio de 2020 pela Editora Morro Branco, que disponibilizou uma reunião de contos para a disseminação de autores renomados e estreantes do seu catálogo, reunindo histórias de diferentes gêneros em formato digital. Essa foi uma grata surpresa nesse dezembro de 2023 com a qual me deparei quando procurava um livro no site da editora. Jack London escreveu duas versões de Ascender uma Fogueira. O primeiro foi publicado em 1902, e o outro foi publicado em 1908. A história escrita em 1908 tornou-se um clássico muitas vezes antologizado, enquanto a história de 1902 é menos conhecida pela grande maioria dos leitores. Um homem desconhecido, recém chegado no território de Yukon, no Canadá, segue por uma trilha oculta sob o gelo e a neve. Seu nome nunca é revelado, ele e seu cachorro sobem a longa e misteriosa trilha no frio extremo na absoluta ausência de sol. O cão em seu instinto e conhecimento ancestral, herdado de seus pais, sabia que não era bom estar ao ar livre em um frio tão assustador, mas não possuía vínculo emocional com o homem e apenas o chicote o fazia acompanhá-lo como um escravo, sem fazer qualquer esforço para expressar sua apreensão ao homem, limitando-se apenas a segui-lo. Acompanhamos o desespero do homem enquanto tenta fazer uma fogueira para salvar sua vida do frio extremo de menos 60 graus, enquanto toma consciência dos erros que cometeu e da arrogância que o levaram àquele momento. A luta desenfreada pela vida e a morbidez contida no texto torna a história um alerta amedrontador. O conto é uma descrição vívida do sofrimento que o frio extremo pode causar e como o desprezo e despreparo diante da natureza pode rapidamente ceifar uma vida. A escrita de Jack London é maravilhosa e vibrante, ela parece envolver nossas mentes tão facilmente que é impossível não sentir-se na pele de seus personagens durante a leitura. A capacidade descritiva e imersiva da escrita detalhada e intimista de London faz dele um de meus autores favoritos. Lendo essa pequena história percebi o quanto estava saudosa desse sentimento de plenitude que apenas alguns poucos autores conseguem despertar em mim. Essa é uma história que mostra que a imprudência pode cobrar um alto preço e que os elementos são implacáveis quando pretendem provar sua superioridade. Adorei fazer essa leitura e recomendo para todos. Obs.: Eu indico também o site da Morro Branco; onde dá para fazer a leitura de histórias de vários gêneros disponíveis. Eu ainda pretendo ler muitos outros contos da editora.

    76 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4 / 175
    • 5 estrelas26%
    • 4 estrelas43%
    • 3 estrelas28%
    • 2 estrelas3%
    • 1 estrelas1%
    John Griffith Chaney profile picture

    John Griffith Chaney

    JACK LONDON nasceu em São Francisco, na Califórnia, em 1876. Seu padrasto, John London, tentou diversas ocupações, fazendo a família se mudar diversas vezes durante a infância de Jack, que aos 13 anos começou a trabalhar em uma fábrica de enlatados. Os anos seguintes foram de aventuras e instabilidade financeira. Jack foi pescador de ostras, marinheiro e militante socialista, acabou preso por vadiagem e, em 1897, decidiu acompanhar a corrida pelo ouro até Klondike, no Canadá. Voltou com pouco mais de quatro dólares em ouro em pó, mas usou essas experiências para escrever obras-primas como O chamado selvagem (1903), O lobo do mar (1904) e Caninos brancos (1906). Escritor americano de maior sucesso na primeira metade do século XX, London morreu em 1916, aos 40 anos.

    110 Livros
    448 Seguidores
    Califórnia, Estados Unidos da América

    John Griffith Chaney