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    A relíquia (Clássicos da literatura) -

    Eça de Queiroz

    Ciranda Cultural
    2018
    224 páginas
    7h 28m
    ISBN-13: 9788538088202
    Português Brasileiro
    3.6
    68 avaliações
    Leram98Lendo5Querem42Relendo0Abandonos15Resenhas4
    Favoritos0Desejados42Avaliaram68

    Neste livro, Eça de Queirós satiriza e ironiza a sociedade católica burguesa. O personagem principal, Teodorico, é sobrinho de Maria do Patrocínio, uma cruel beata milionária que acredita que o sobrinho fará uma uma excursão para Jerusalém e lhe trará uma relíquia sagrada. Em troca, a tia lhe deixaria todos os seus bens. Com o destino da herança em suas mãos, o jovem precisará fingir religiosidade para esconder uma vida de libertinagem.

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    Resenhas (4)Ver mais
    Elisa F. Aguiar picture
    Elisa F. Aguiar07/08/2020Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    O livro trás uma história interresante, mais uma linguagem as vezes complicada de entender.

    5 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.6 / 68
    • 5 estrelas13%
    • 4 estrelas28%
    • 3 estrelas40%
    • 2 estrelas16%
    • 1 estrelas3%
    José Maria de Eça de Queiroz profile picture

    José Maria de Eça de Queiroz

    José Maria de Eça de Queiroz nasceu em Póvoa do Varzim, norte de Portugal, de pais que não eram casados – só o fariam quatro anos depois. Essa situação, escandalosa para a época, talvez tenha contribuído para a visão profundamente crítica à moral da classe média portuguesa que o escritor imprimiu à sua obra. Eça ingressou aos 16 anos na Universidade de Coimbra, de onde saiu formado em Direito. Nesse período reuniu-se a outros jovens literatos, como Antero de Quental, que formaram o grupo conhecido como a Geração 70. Mudou-se para Lisboa, seguindo uma carreira de jornalista que continuaria em Évora e em sua volta para a capital. Em folhetins e na poesia, havia até então sido um adepto do Romantismo. Contudo, na volta a Lisboa, tomou parte no grupo de intelectuais conhecido como <i>O Cenáculo</i>. Sob a influência do escritor Gustave Flaubert e do teórico anarquista Pierre-Joseph Proudhon, aderiu ao Realismo. Em 1870, publicou, em parceria com Ramalho Ortigão, o romance <i>O mistério da estrada de Sintra</i>. No mesmo ano ingressou na carreira diplomática e, dois anos depois, assumiu o posto de cônsul em Havana – seguida por cidades europeias. Em 1895, sob a influência do Naturalismo, publicou o romance <i>O crime do padre Amaro</i>, que provocou protestos da Igreja e de setores da sociedade. Três anos depois, <i>O primo Basílio</i> teve recepção semelhante, apesar do sucesso de vendas. Em 1888 saiu <i>Os Maias</i>, romance considerado sua obra-prima. Parte da extensa obra do escritor, como o romance <i>A cidade e as serras</i>, veio à luz postumamente. Eça, que deixou quatro filhos, morreu em Paris, de tuberculose.

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    719 Seguidores

    José Maria de Eça de Queiroz