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    O quebra-nozes (Clássicos Zahar) -

    Alexandre Dumas, E. T. A. Hoffmann

    Clássicos Zahar
    2018
    344 páginas
    11h 28m
    ISBN-10: 8537817988
    Português Brasileiro
    3.7
    2660 avaliações
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    Favoritos97Desejados3303Avaliaram2660

    Inclui as duas versões desse clássico que inspirou o novo filme da Disney É véspera de Natal. Marie se encanta, dentre todos os presentes, por um quebra-nozes em formato de boneco. Ela comoda o novo amigo no armário de brinquedos – mas, à meia-noite, ouve estranhos ruídos. Aterrorizada, vê seu padrinho, o inventor Drosselmeier, sinistramente acocorado sobre o relógio de parede, e um exército de camundongos invadindo a sala, comandado por um rei de sete cabeças! Contra eles, os brinquedos saem do armário e põem-se em formação. Têm uma grande batalha pela frente, sob as ordens do Quebra-Nozes... Entre o sonho e a realidade, Marie viverá histórias maravilhosas e estranhas, de reinos, feitiços e delícias. Histórias em que o inusitado padrinho tem um papel especial, e nas quais só pode embarcar quem tem os olhos e o coração preparados. Você tem? Esta edição inclui as duas variantes da história: a versão original de E.T.A. Hoffmann e a clássica de Alexandre Dumas – que popularizou a história e inspirou o famoso balé de Tchaikovsky –, com tradução de André Telles (do francês) e Luís S. Krausz (do alemão). Traz ainda apresentação da pesquisadora e especialista em contos de fadas Priscila Mana Vaz e mais de 200 ilustrações de época. A versão impressa apresenta capa dura e o acabamento de luxo característico da coleção Clássicos Zahar.

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    Flávia21/11/2022Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    🎄 O LIXO DE UNS PODE SER O TESOURO DE OUTROS!

    “O Quebra-Nozes”, é uma edição ilustrada dos clássicos da Zahar, que inclui duas versões dessa história, sendo a original a que foi escrita por E.T.A. Hoffmann, e sua versão clássica, de Alexandre Dumas. De fato, essa é uma das histórias que mais contou com uma diversidade de revisões e adaptações, incluindo o renomado balé homônimo do russo Piotr Illitch Tchaikovsky. Ernest Theodor Amadeus Wilhelm Hoffmann, mais conhecido como E.T.A. Hoffmann, foi um escritor romântico, compositor, desenhista e jurista alemão, e é conhecido como um dos maiores nomes da literatura fantástica mundial, que influenciou nomes como Charles Dickens, Mary Shelley, Edgar Allan Poe, Robert Louis Stevenson, Herman Melville, Joseph Conrad e Fiódor Dostoiévski, apenas para citar alguns. Em sua versão original, “O Quebra-Nozes e o Rei dos Camundongos” de E.T.A. Hoffmann, foi publicado em 1816, e é um conto natalino que muito embora não seja considerado como contos de fadas por se tratar de uma narrativa inventada por apenas um autor e não de uma matriz oral, ainda assim, reúne elementos populares e comuns da sociedade daquele período, explorado através de um universo fantástico, que o faz se aproximar desse gênero textual. Nesse conto nos deparamos com duas histórias: uma principal, a que nos fala sobre como Marie quebrou o feitiço do Quebra-Nozes e se casou com ele, e a história que o padrinho Drosselmeier narra enquanto Marie está doente, sobre uma princesa chamada Pirlipat. Essas duas narrativas possuem um ponto de contato, que são o Quebra-Nozes e o padrinho Drosslmeier. Enquanto a história principal nos apresenta essa estrutura de contos de fadas, a história da princesa Pirlipat é considerada um anticonto de fadas, em virtude de ser mais perturbadora, macabra e provocativa. Nesse anticonto de fadas, o Rei e a Rainha são apresentados como dois tolos, e a sua filha, a princesa, é uma garota mimada, sendo essa família perseguida e amedrontada por ratos, que são os vilões da história que substituem as bruxas, as fadas e os ogros. Todo o horror e as ameaças que esses ratos fazem à família real são simplesmente ridículos, trazendo em sua gênese uma paródia da vida na corte da época. Outros elementos que endossam os motivos pelos quais a história da princesa Pirlipat deva ser considerado um anticonto, é que a motivação do padrinho Drosselmeier e do Astrônomo para quebrar o feitiço da princesa, não acontece por heroísmo, mas apenas como uma forma para se livrarem da morte. E claro, para finalizar, o desfecho dessa história não é feliz, e depois de ter seu feitiço quebrado, porém tendo o jovem Drosselmeir, com um descuido, também ter sido enfeitiçado, ao invés de cumprir sua promessa de se casar com ele, e ajudar o seu salvador, a princesa termina por rejeitá-lo. Mas, o lixo de uns pode ser o tesouro de outras, e é Marie, uma menina de coração puro, que concede a esse conto o seu final feliz, não desistindo do seu Quebra-Nozes, mas sim, o ajudando a quebrar o seu feitiço, para enfim ter o seu “felizes para sempre” ao lado do belo e jovem Drosselmeier. Quando olhamos esse conto sob as lentes da psicanálise, também vemos um conteúdo que se assemelha aquele que encontramos nos contos de fadas, quando a protagonista conquista o declínio do seu complexo edípico e, principalmente, a maturação da sua sexualidade, ao eleger o seu novo objeto de amor, o Quebra-Nozes, nomeado e reconhecido pelo seu primeiro amor, o pai, partindo assim para uma vida adulta independente ao lado do jovem Drosselmeier em um novo reino. A versão clássica de Alexandre Dumas (pai) não possui tantas diferenças da original, e ter lido ambas em uma única vez, só me fez ter mais atenção a cada detalhe dessa história que, apesar de ter alguns elementos macabros, é uma encantadora história de natal repleta de muita magia e personagens encantadores, que nos transportam para muito longe de toda a loucura das obrigações e tribulações do nosso dia a dia, para sonharmos um pouco, e viajarmos nesse universo infantil. Além de estarmos bem próximos da época de natal, acho que esse já é um motivo bom o suficiente para nos desligarmos das nossas mentes adultas, e embarcarmos em uma aventura gostosa nesse universo fantástico, como as crianças que um dia já fomos! E quem sabe com um pouco de magia, os nossos dias também não se tornem muito mais leves, e cheios dessa mágica de todos os natais? Eu só posso esperar que seja exatamente assim!

    94 curtidas

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    3.7 / 2660
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    Dumas Davy de la Pailleterie profile picture

    Dumas Davy de la Pailleterie

    Alexandre Dumas, pai - foi um romancista francês. Seu nome de batismo era Dumas Davy de la Pailleterie. Nasceu na região de Aisne, próximo a Paris. Era neto do marquês Antoine-Alexandre Davy de la Pailleterie e de uma escrava (ou liberta, não se sabe ao certo) negra, Marie Césette Dumas. Seu pai foi o General Dumas, grande figura militar de sua época. Enquanto trabalhava em Paris, Dumas começou a escrever artigos para revistas e também peças para teatro. Em 1829 foi produzida sua primeira peça, Henrique III e sua Corte, alcançando sucesso de público. No ano seguinte, sua segunda peça, Christine, também obteve popularidade. Como resultado, tornou-se financeiramente capaz de trabalhar como escritor em tempo integral. Entretanto, em 1830, participou da revolução que depôs o rei Carlos X de França e substituiu-o no trono pelo ex-patrão de Dumas, o Duque d'Orléans, que governaria com o nome de Luís Filipe de França, alcunhado de Rei Cidadão. Até meados da década de 1830, a vida na França permaneceu agitada, com tumultos esporádicos em busca de mudanças promovidos por republicanos frustrados e trabalhadores urbanos empobrecidos. À medida que a vida retornava lentamente à normalidade, o país começou a se industrializar e, com uma economia em crescimento combinada com o fim da censura à imprensa, a vida recompensou as habilidades de escritor de Alexandre Dumas. Após escrever mais algumas peças de sucesso, passou a se dedicar aos romances. Apesar de ter um estilo de vida extravagante e sempre gastar mais do que ganhava, Dumas provou ser um divulgador astuto. Com a alta demanda dos jornais por romances seriados, em 1838 simplesmente reescreveu uma de suas peças para criar sua primeira série em romance. Intitulada "O Capitão Paulo" (em francês Le Capitaine Paul) levou-o a criar um estúdio de produção que lançou centenas de histórias, todas sujeitas à sua apreciação pessoal. Em 1840, casou-se com uma atriz, Ida Ferrier, mas continuou a manter seus casos com outras mulheres, sendo pai de pelo menos três filhos fora do casamento. Um desses filhos, que recebeu o seu nome, seguiria seus passos na carreira de novelista e escritor de peças teatrais. Por causa do mesmo nome e da mesma profissão, para distinguir um do outro, um é chamado Alexandre Dumas pai (Alexandre Dumas, père) e o outro Alexandre Dumas, filho (em francês, Alexandre Dumas, fils).

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    Picardia, França

    Dumas Davy de la Pailleterie