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‘’Caro Chefe: O que todo gerente precisa ouvir e todo empregado gostaria de dizer’’ é um livro sobre gestão de pessoas e negócios com foco no desenvolvimento humano compartilhado e ético, mas peca ao romantizar as jornadas de trabalho e chefes que são invasivos. Escrito como se fossem reunidos vários e-mails ‘’sinceros’’ de funcionário aos chefes, sua escrita pedagógica e cínica cansa os olhos e se alastra por todo o livro de maneira preguiçosa e presunçosa. No fim do conteúdo, o leitor realmente pensa que ficou lendo texto do Outlook por todo aquele tempo desperdiçado em um tema que poderia ser explorado de outras formas mais interessantes e profundas. A questão principal que me catalisou meu interesse em terminar a obra foi a forma subjetiva em que ele foi direcionado; Se você, chefe ou líder de pessoas, pensa em ler esse livro e conseguir potencializar os lucros, ganhos e resultados em sua equipe ou companhia, não leia. É ruim, pedante e fraco nas argumentações e pouquíssimas vezes demonstra uma partícula de sabedoria válida ou que seja útil no dia a dia com mais pessoas. Não obstante, se você procura ser o ‘’chefe de você mesmo’’ ter um controle mais amplo de suas particularidades inatas da persona e está querendo melhorar ao mesmo tempo que cessa suas falhas é uma boa recomendação, com uma análise crítica severa a cada frase lida, obviamente. Em conclusão: É fraco, pedante, chato e tudo isso em 238, longas, páginas. A, literal, definição do que é ser ‘’corporativo’’.
