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    Contos de Fantasmas e Demônios (Mestres da Literatura de Terror, Horror e Fantasia #11) -

    Daniel Defoe

    Triumviratus
    2016
    19 páginas
    38m
    ISBN-10: B01BP7O00M
    Português Brasileiro
    3.1
    7 avaliações
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    Daniel Deföe é o autor de duas obras que se eternizaram pela exuberância da imaginação: “Moll Flanders” e “Robinson Crusöe”. Deixou, além disto, narrativas curtas, de caráter fantástico e exemplar, que ilustram o extenso ensaio “An Essay on the History and Reality of Apparitions”, publicado em Londres no ano de 1728. Uma delas, "O fantasma acusador", exerceu influência em célebres escritores posteriores. O mote da narrativa ― o peso da consciência que obnubila a razão de um criminoso, e o induz à confissão, quando é certa a impunidade ― será retomado quase cem anos mais tarde por Charles Dickens, no conto “Confissão encontrada numa masmorra na época da Carlos II”, e por Edgar Allan Pöe, no célebre “O coração denunciador”. Em "O espectro e o salteador", um salteador de estradas assalta o que supõe ser um rico comerciante de gados. Em verdade, depara-se com um ente maligno que lhe prenuncia o terrível e inexorável destino. No conto “O Diabo e o relojoeiro”, um homem faz de si o próprio verdugo por instigação do demônio que, iludindo os que poderiam socorrê-lo, procura garantir a consumação do ato nefando. Tradução de Paulo Soriano.

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    Daniel Defoe

    Daniel Foe (1660-1731) — o apelido só seria alterado pelo autor em 1695 para Defoe —, é considerado por muitos o primeiro romancista de língua inglesa. Foi comerciante, economista, jornalista e espião antes de escrever o seu primeiro romance, <i>As Aventuras de Robinson Crusoe</i>, aos sessenta anos. Tendo testemunhado na infância a Peste e o Grande Incêndio de Londres, acabou por se transformar num apaixonado por viagens depois de conhecer profundamente países como a França, Espanha e os Países Baixos. Com uma vida extremamente aventurosa, esteve encarcerado por dívidas e lutou durante um breve período de tempo na rebelião do duque de Monmouth. Poucos anos depois começou a escrever panfletos político-satíricos que, de novo, o iriam conduzir à prisão. Por intervenção de um ministro Tory, acabaria por ser libertado e durante onze anos viria a ser agente secreto e jornalista político dos Tories. Deliciou-se durante toda a vida na representação de diversos papéis e disfarces, utilizando-os com grande efeito como espião, e escreveu mais de quinhentos livros, panfletos e artigos jornalísticos abrangendo tópicos como a política, crime, religião, geografia, matrimónio, psicologia e sobrenatural. Morreu na cidade de Londres em 1731, segundo se diz de «uma letargia».

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    131 Seguidores

    Daniel Defoe