The Amazing Spider-Man #229 - Nothing Can Stop the Juggernaut!

    John Romita Jr., Allen Milgrom

    MARVEL Comics
    1982
    21 páginas
    42m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro

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    Felipe14/07/2023Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Ritmo diferente, mas interessante

    Em uma do homem-aranha com os mutantes do x-men, a edição #229 é a parte 1/2 da história, e traz um novo inimigo para o amigão da vizinhança, mas um velho conhecido nas HQs dos X-men, o juggernaut! Trazendo de volta madame web, uma mutante com visão do futuro e outros poderes psíquicos difíceis de explicar, essa edição acontece de maneira mais lenta do que as demais, com mais narrações e diálogos, mas que ainda sim consegue envolver o leitor na sua trama. Então vamos ao resumo: A HQ começa de maneira meio loca, com cores alternativas, a madame web sem boca, a sobra do juggernaut, e um homiranha com pé dedudo (só vendo a HQ pra entender). Com bastante narração e explicações ali, a velha psíquica acorda de um sonho, mas sabendo de seus poder, tinha certeza de que tudo aquilo era uma previsão, e sem titubear logo liga para nosso meninão para pedir sua ajuda. A história corta para um barco chegando em New York, onde dentro dele se encontram Black Tom (não tinha conhecimento desse malandrão, mas ele é um inimigo dos x-men) e juggernaut, um maluco gigantesco de forte. O jugger ta quebrando o barco todo porque está entediado, e o Black Tom bate um papo com ele pra explicar o plano e acalmar o bonitão. O plano em si é simples: pegar a velha no seu apartamento e usar os poderes dela (uau!). Então o grandão de ferro decide pular do barco e andar até o apartamento dela (Sim, pular… ele anda no fundo do mar). Ao chegar em terra firme, o grandão começa a caminhar em linha reta até o endereço, destruindo tudo que ta na frete. Tem um carro? Fueda-se. Tem pessoas? Elas que saiam do caminho. Tem um prédio??? Eu atravesso a parede. Levando isso em consideração, não foi difícil para o nosso amigo teioso encontrar ele, mas pará-lo é outro rolê. Ele tentou agarrar, socar, fazer uma parede de teia, cavar um buraco no asfalto, mas nada fez com que o jugger parasse de caminhar. Aceitando sua incompetência, o homem-arara corre até o apartamento da véia, lacra a porta com teias e cria uma armadilha: electrocutar a porta com um monte de baterias usadas pelas máquinas que a madame utiliza nas suas maracutaias. O grandão chega e é hora de testar… ele encosta na porta e é electrocutado por nada mais do que UM MILHÃO DE VOLTS. Fraquinho. Mas ele tanka, atravessa a porta e desse a porrada no aranha. Finalmente, ao chegar em seu objetivo, juggernaut tira a velha da cama em que ela se encontra, e ela apaga… aí o aranha explica tudo, que ela precisa do pc gamer gigante pra viver, que sem a máquina ela vai de comes, etc. Então, depois a explicação, a bola de ferro ambulante simplesmente solta a velha e diz: “ela não serve mais para os planos” (????), e vai embora. É… Bom, após o fuzuê, o aranha chama a emergência, que leva ela para o hospital. E a edição acaba com o nosso amigo preocupado com a madame, e se sentindo culpado pela possível morte de mais uma pessoa. Só faço resenha de HQ com morte né? Agora o comentário sério: Mesmo os mutantes e os x-men não sendo muito do meu agrado, essa pegada mais lenta e narrada até que gostei. Uma edição quase sem momentos de combate, mesmo porque o juggernaut não dá a menor chance. Curioso para saber qual será o desfecho na próxima edição.

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