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    Rosa Mystica (symbolo trágico) (Obras Raras #3) -

    Afrânio Peixoto

    Empresa Gráfica da Bahia
    2000
    180 páginas
    6h 0m
    ISBN-10: 8585798114
    Português Brasileiro
    5
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    Publicada em 1900, a obra é rara pelo tempo, pela escassez de exemplares, pela riqueza absoluta de suas idéias e, por uma dupla maldição: foi mal recebida pelo público e expurgada pelo próprio autor. À raridade dos seus 100 anos de existência e de seus pouquíssimos exemplares, associa-se seu banimento. De fato, a Rosa Mystica, obra-prima de Afrânio Peixoto, à época Júlio Afrânio, causou escândalo nos meios literários [...]: trata-se da história de um pai que mata sua filha, para que ela não se corrompa com o amor dos homens.

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    Júlio Afrânio Peixoto

    Filho de Francisco Afrânio Peixoto e Virgínia de Morais Peixoto. Passou sua infância no interior da Bahia, na cidade de Canavieiras (onde há uma biblioteca e rua com seu nome), vivenciando situações e paisagens que influenciariam muitos dos seus romances. Iniciou na literatura no ano de 1900 com a publicação do drama Rosa mística. Drama em cinco atos, impresso em Leipzig, com uma cor para cada ato. Entre 1904 e 1906 esteve em vários países da Europa, a fim de adquirir novos conhecimentos. Como escritor, Peixoto é lembrado em livros de história da literatura como um 'escritor menor', um 'epígono' (um banalizador de uma corrente literária).

    19 Livros
    1 Seguidor
    Bahia, Brasil

    Júlio Afrânio Peixoto