Lido pela indicação de um colega e também, porque é citado em A bailarina de Auschwitz. Um livro que podemos considerar curto, mas muito profundo. Os relatos de um sobrevivente de Auschwitz que mostra a dificuldade que é para encontrar um sentido depois e também durante o ocorrido. Humilhações extremas, fome, frio, escravidão, tudo isso e ainda o desgaste emocional e psicológico, sobreviver é um milagre. Dar a volta por cima é algo que poucos conseguiram, mas que não diminui em nada a dor daqueles que não sobreviveram ou que não se recuperaram psicologicamente. Cada um enfrentou da maneira que pode, mas não podemos deixarmos vencer-nos, devemos sempre buscar um sentido. Sobreviver hoje, para ser livre amanhã!