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    Sweet Thursday -

    John Steinbeck

    Penguin Classics
    2000
    260 páginas
    8h 40m
    ISBN-13: 9780141185521
    3.9
    21 avaliações
    Leram52Lendo6Querem58Relendo0Abandonos1Resenhas1
    Favoritos0Desejados58Avaliaram21

    In Monterey, on the California Coast, Sweet Thursday is what they call the day after Lousy Wednesday - one of those days that's just bad from the start. But Sweet Thursday is sunny and clear, a day when anything can happen. Returning to the scene of Cannery Row, Steinbeck brilliantly creates its bawdy, high-spirited world of bums, drunks and hookers, telling the story of what happened to everyone after the war. There are colourful characters old and new, all united by love, laughter and tears: Fauna, the latest madam at the Bear Flag brothel, Doc, still there for everyone else but feeling strangely sad himself, and Suzy, the new hustler in town who might just be the girl to save him. (less)

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    Resenhas (1)Ver mais
    Ana Claudia picture
    Ana Claudia15/11/2021Resenhou um livro
    4.5 (Muito bom)

    Não sabia que precisava ler um romance escrito pelo Steinbeck até que li, novamente entregando tudo! Estou na minha empreitada de ler todos dele e até agora nada me decepcionou. Esse livro com temas muito mais leves do que Ratos e Homens ou As vinhas da ira, mas com a narração incrível. Desde Cannery Row já amava Mack e seus amigos, esse livro veio para que amasse ainda mais os personagens reincidentes (Hazel brilhou) e agora Fauna e Suzy. ' [...] nossa mente nos diz: "Trabalhei o suficiente? Comi o bastante? Amei satisfatoriamente?" Tudo isto, naturalmente, é o legado pio da maior maldição do homem, e talvez sua maior glória. "Qual o significado de minha vida, e o que pode ela significar pelo que me é ainda permitido viver?" E agora chegamos ao dardo maligno e empeçonhado: "Que contribuí eu para o livro de Deus. Qual o meu valor?" E isso não é vaidade ou ambição. Parece que os homens nascem com uma dívida que nunca poderão pagar, não importa o quanto se esforcem. Ela se amontoa em sua frente. [...] O maior talento de Doc era seu senso de ir pagando enquanto caminhava. [...] As pessoas faziam romarias ao laboratório de Doc, para gozarem do calor de sua delicada e encantadora falta de propósitos. Pois o que não pode um homem fazer que já não haja sido feito milhões de vezes antes? Que pode ele dizer, que não seja encontrado em Lao Tse ou no Bhagavad-gita ou no Profeta Isaías? É melhor sentar-se em apreciativa contemplação de um mundo, no qual a beleza será eternamente amparada pelos alicerces da feiúra.'

    1 curtida

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